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MacBook de baixo custo em 2026? Apple aposta em produto de entrada de mercado

Com iPhone SE, linha “e” e MacBook barato, a Apple baixa a barreira de entrada e disputa um público que ainda está no Android.
Apple terá produto mais acessível ao mercado de massa.
Apple terá produto mais acessível ao mercado de massa.

Redação The Beatstrap

A Apple está preparando um movimento raro na sua estratégia: ampliar oficialmente a linha de produtos de entrada para tornar o ecossistema mais acessível e crescer em mercados onde dominam Windows, Android e Chromebooks.

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Depois de anos apostando quase exclusivamente em produtos mais “premium”, a empresa agora mira usuários que nunca chegaram a entrar no ecossistema por causa do preço e que hoje são disputados por Samsung, Xiaomi, Motorola e Google.

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O primeiro passo dessa expansão já começou em 2025, com o relançamento do iPhone SE.

Este foi o primeiro modelo da linha desde 2022, reposicionando o SE como “porta de entrada oficial” do iPhone.

A Apple traz, nesse modelo, design atualizado, melhorias em desempenho e reaproveitamento de componentes de gerações anteriores.

A estratégia é competir de forma real no segmento mid-range, onde o Android atualmente domina com folga.

MacBook de baixo custo em 2026: o movimento mais improvável

Outro ponto que ganhou força nos últimos meses é o lançamento de um MacBook barato, previsto para 2026. Seria o primeiro modelo da Apple realmente posicionado como notebook de entrada desde o MacBook de policarbonato, em 2009.

Segundo apurações, o laptop deve ter construção mais simples, usar componentes de menor custo e focar no mercado educacional, chegando no valor por volta de US$700 (aproximadamente R$4.000 hoje).

O alvo é claro: recuperar espaço perdido para Chromebooks e notebooks Windows.

A linha “e” pode se tornar um segundo pilar de acessibilidade

Além do SE, a Apple parece estar trabalhando em um novo modelo para 2026: o iPhone 17e. A ideia é criar uma linha paralela, um meio-termo entre o SE e os modelos premium, com tela menor, custos de produção mais baixos e design simplificado.

Se confirmada, a Apple passa a ter dois caminhos de entrada: SE (mais básico) e “e” (mais acessível porém próximo do premium).

Por que isso importa?

O movimento é menos sobre hardware e mais sobre estratégia de base. Com serviços respondendo por uma fatia crescente da receita, como iCloud, Apple Music, TV+ e Arcade, a Apple precisa de volume. E o volume só vem quando a porta de entrada deixa de ser proibitiva.

Até a Apple entendeu que para continuar crescendo, não dá para depender só do topo da pirâmide.

Redação The Beatstrap

Equipe editorial responsável pela produção de notícias, análises e conteúdos sobre startups, tecnologia e negócios.

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