Vendas, sejam B2B ou B2C, estão cada vez mais ligadas à capacidade de criar conexões genuínas e manter uma presença digital estratégica.
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A lógica é simples: quem constrói relacionamento e conexão antes de tentar vender aumenta a chance de fechar negócio depois. Hoje, os vendedores que utilizam as redes sociais, têm 40% mais chance de atingir as suas metas do que aqueles que não se posicionam.
Além disso, a rede social se tornou um grande mecanismo de busca entre os consumidores brasileiros, tanto no B2B quanto no B2C, e ativar o seu time interno no processo de social selling pode ser uma grande oportunidade.
É nesse ponto que startups como a Socialis têm observado de perto como transformar essa ativação de times nas redes sociais em resultado, mantendo a humanização, autenticidade e alinhamento com as marcas. A empresa atua com uma gamificação que ajuda vendedores e times a criarem conteúdo de forma estratégica e disciplinada, sem abrir mão do toque pessoal que faz a diferença no processo de venda.
Como social selling e networking funcionam na prática
Social selling é o uso estratégico das redes sociais para construir relacionamento com potenciais clientes antes da abordagem comercial direta. É um trabalho de médio a longo prazo, que envolve criar e compartilhar conteúdo, interagir com a rede e se posicionar como autoridade no tema.
Tudo isso com o objetivo de estar no radar certo quando a necessidade de compra surgir.
Já o networking vai além de “fazer contatos”. É sobre manter conexões vivas, trocar informações relevantes, se fazer presente nas conversas certas e, principalmente, construir confiança mútua. Essas relações podem ser a diferença entre receber ou não a primeira ligação quando surge uma oportunidade.
Na visão de Rafaela, cofundadora e CEO da Socialis, social selling e networking funcionam de maneira complementar: de um lado, fortalecem a visibilidade e a credibilidade; do outro, criam um terreno para que novas oportunidades de negócio apareçam de forma mais natural.
Por que conteúdo relevante é o combustível dessas estratégias
Tanto no social selling quanto no networking, criar conteúdo relevante é o que mantém a engrenagem girando. É ele que desperta interesse, demonstra expertise e cria motivos para que as pessoas se lembrem de você ou da sua marca.
Publicar por publicar dificilmente gera resultado; é preciso consistência e, principalmente, clareza sobre quem se quer alcançar e que problemas se pretende resolver.
Na prática, isso significa que cada post, vídeo ou artigo deve contribuir para construir a percepção de valor e confiança no longo prazo. É um trabalho que exige atenção à linguagem, ao contexto e ao que faz sentido para o público, e não apenas o que é conveniente para quem produz.
Networking estratégico: quando conexões viram negócios
Networking, no fim das contas, é sobre abrir portas — e o crescimento da Socialis ajuda a ilustrar isso.
A startup começou sua jornada no varejo e, a partir da conexão com a vertical deste segmento da ACATE, ampliou sua rede de relacionamentos. Foi nesse contexto que surgiu a indicação para participar do programa de aceleração do Grupo Boticário, no qual estão desde maio.
Mais do que visibilidade, esse tipo de oportunidade gera trocas reais: contato com executivos de grandes corporações, aprendizado com outros empreendedores e, principalmente, acesso a negociações concretas.
A experiência mostra como o networking bem estruturado não é apenas “conhecer mais gente”, mas sim estar nos lugares certos, nas conversas certas, com clareza do que se pode oferecer.
Esse movimento reforça como social selling e networking caminham juntos. A presença digital fortalece a credibilidade, enquanto as conexões estratégicas criam o ambiente para que negócios sejam de fato realizados.
Setores que já sentem o impacto do social selling
Embora o conceito de social selling seja aplicável a praticamente qualquer setor, alguns segmentos vivem essa transformação de maneira mais intensa. É o caso dos públicos com os quais a Socialis tem atuado: vendedores, afiliados, corretores e times de lojas.
Os desafios variam: conquistar credibilidade em um ambiente digital saturado, negociar produtos de alto valor que exigem confiança absoluta ou, ainda, lidar com a falta de tempo para produzir conteúdo — deixando de aproveitar a chance de fortalecer a relação com clientes fora do ponto físico.
Ter uma rotina estruturada de criação de conteúdo ajuda a construir autoridade e ampliar o alcance sem depender apenas de anúncios pagos.
Para corretores, por exemplo, acompanhar tendências do mercado e se posicionar como alguém em quem o cliente pode confiar antes mesmo da primeira reunião pode ser o diferencial.
Já para vendedores de loja, metodologias claras e metas gamificadas tornam a criação de conteúdo parte da disciplina de vendas e não apenas uma atividade paralela.
Esses exemplos mostram que, em diferentes cenários, social selling e networking podem (e devem) ser adaptados às necessidades específicas de cada setor. E reforçam como a disciplina e a autenticidade são fatores decisivos para transformar a presença digital em crescimento real.
Disciplina e gamificação: o que sustenta resultados consistentes
Um dos maiores desafios para quem quer adotar o social selling é manter a regularidade. Criar conteúdo de forma estratégica exige disciplina, e é aí que a gamificação pode fazer a diferença.
Ao transformar a rotina de publicações e interações em um sistema de metas e recompensas, é possível estimular vendedores a manterem constância e engajamento — sem que a tarefa se torne apenas mais uma obrigação na lista.
Esse modelo se aplica a diferentes perfis: de vendedores independentes e afiliados a corretores de imóveis e times inteiros de lojas. Com objetivos claros, feedback contínuo e um senso de progresso, cada ação nas redes deixa de ser aleatória e passa a fazer parte de um processo estruturado de vendas.
Na Socialis, essa lógica é incorporada à plataforma, que organiza tarefas diárias e métricas de desempenho, ajudando profissionais de vendas a manterem consistência e foco. Combinada à orientação personalizada sobre criação de conteúdo, a gamificação se torna um catalisador para que social selling e networking gerem resultados concretos.
Além disso, a plataforma aposta em uma abordagem contrária ao que se vê em boa parte do mercado: em vez de criar o conteúdo por meio de inteligência artificial, a tecnologia atua como guia de planejamento, sendo ainda o vendedor o principal responsável por criar o conteúdo de fato.
Social selling e networking não são atalhos para vender mais rápido, mas sim estratégias para vender melhor. Elas dependem de presença digital consistente, conexões genuínas e conteúdo que faça sentido para o público que se quer alcançar.
E quando aplicadas de forma integrada, criam um ciclo no qual visibilidade, credibilidade e oportunidades se reforçam mutuamente.
O exemplo da Socialis mostra que é possível estruturar esse processo com disciplina, orientação estratégica e tecnologia aplicada de forma inteligente. Mais do que criar posts, trata-se de construir relacionamentos que, ao longo do tempo, se convertem em negócios.
Cada nova conversa, comentário ou publicação deixa de ser isolada e passa a ser parte de uma estratégia de crescimento. E a provocação que fica é: Como você está usando a sua presença digital e a do seu time para alavancar o social selling?