ataque hacker Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/ataque-hacker/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Tue, 28 Oct 2025 13:31:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp ataque hacker Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/ataque-hacker/ 32 32 Segurança do Wi-Fi corporativo ganha novas camadas com a WiFeed https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/seguranca-corporativa-rede-wifi-wifeed/ https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/seguranca-corporativa-rede-wifi-wifeed/#respond Tue, 28 Oct 2025 13:31:12 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3133 A gestão de autenticação torna o acesso às redes Wi-Fi corporativas mais rastreável e conectado à proteção de dados. Essa é a nova era da segurança nas empresas.

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A segurança digital deixou de ser uma camada extra, ela é parte da operação. E, nas empresas, uma das portas mais expostas continua sendo o Wi-Fi. Nos últimos anos, o número de incidentes de cibersegurança envolvendo empresas brasileiras explodiu. 

Segundo dados de um estudo da Check Point Research, o Brasil esteve entre os países mais afetados da América Latina, com uma média de aproximadamente 2.800 ataques semanais.

Casos de sequestro de dados, vazamentos em larga escala e ataques coordenados deixam claro que é indispensável pensar e implementar meios de garantir a proteção digital e online.

Quando a cibersegurança virou pauta de gestão

A explosão de incidentes de ransomware e vazamentos em grandes companhias — como Lojas Renner, Americanas, Fleury e até órgãos públicos — expôs a realidade incômoda de que proteger dados vai muito além de firewalls e antivírus.

O desafio é garantir governança sobre cada ponto de acesso, em especial quando a operação envolve redes descentralizadas e dispositivos conectados o tempo todo.

No ambiente corporativo, a conectividade é um pilar da produtividade. Qualquer falha de controle abre brechas para riscos de compliance, perdas financeiras e danos reputacionais. Mais que isso, a LGPD, em vigor desde 2020, intensificou a pressão, exigindo rastreabilidade, consentimento e registros claros sobre quem acessa, quando e para quê.

Essa nova realidade empurrou a cibersegurança para dentro da pauta estratégica de gestão empresarial.

A dificuldade das empresas em controlar o acesso às suas redes

Na prática, ainda é comum encontrar empresas onde funcionários, clientes e visitantes compartilham o mesmo Wi-Fi, sem qualquer tipo de autenticação diferenciada. O problema se repete em diferentes escalas (pequenos escritórios a grandes redes varejistas) e gera um conjunto de dores que sobrecarregam as áreas de TI, como:

  • Acesso indiscriminado à rede, sem distinção entre perfis e dispositivos.
  • Ausência de logs e termos de consentimento, dificultando a conformidade com a LGPD.
  • Falta de rastreabilidade e visibilidade sobre quem se conectou, por quanto tempo e em qual dispositivo.
  • Gerenciamento manual de roteadores e credenciais.
  • Dependência de painéis limitados dos fabricantes, sem camada real de segurança ou inteligência.

Entre os setores mais vulneráveis estão varejo, saúde e educação, justamente os que lidam com alto fluxo de pessoas, dados sensíveis e múltiplos dispositivos conectados.

Quando uma rede corporativa é invadida, o dano vai muito além do vazamento de dados. Um ataque pode interromper sistemas inteiros, paralisar vendas e comprometer a confiança de clientes e investidores.

O resultado é um cenário em que a conectividade, que deveria ser sinônimo de eficiência, se transforma em um vetor de vulnerabilidade.

Segurança e conectividade: o novo papel da autenticação

A autenticação, que antes era vista como etapa operacional, passou a ocupar o centro da estratégia de cibersegurança. Hoje, ela é o que define o limite entre acesso e exposição. Empresas de tecnologia vêm redesenhando a camada de autenticação das redes corporativas e entre as que lideram esse movimento está a WiFeed.

Esta plataforma SaaS brasileira é especializada em autenticação, segurança e inteligência de redes Wi-Fi corporativas. A solução atua como um “porteiro digital”, controlando quem pode se conectar, com quais permissões e sob quais regras de uso.

Ela ainda centraliza o gerenciamento de acessos e logs, segmenta a rede por perfis de uso (visitantes, colaboradores, dispositivos IoT) e garante conformidade com a LGPD e o Marco Civil da Internet.

Entre os métodos disponíveis estão Single Sign-On (SSO) com Active Directory, SAML ou Microsoft Entra ID, além de autenticação via Gov.br, voucher, social login ou integração direta com sistemas de RH, TI e CRM para controle granular de acesso.

Ao aplicar essas camadas de autenticação, a solução protege o ambiente corporativo de acessos indevidos, reduz riscos internos e oferece relatórios completos de uso, login e consentimento, elementos essenciais em auditorias e investigações.

“A conectividade deixou de ser um luxo e virou um pilar crítico da operação”, afirma Bruno Guimarães, CEO da WiFeed. “Segurança não pode mais ser complemento. Ela precisa estar no centro da arquitetura de rede. As empresas não querem apenas conectar — querem saber quem está conectado, com que permissão e com qual propósito.”

Da gestão de rede à inteligência de segurança

Criada inicialmente como uma solução de gestão de redes, o WiFeed evoluiu para atuar de forma mais estratégica, combinando autenticação inteligente, visibilidade operacional e conformidade legal.

Hoje, a empresa atende ISPs, integradores e grandes companhias que precisam unificar a gestão de conectividade e segurança em múltiplos pontos de acesso. A proposta é tornar o Wi-Fi corporativo rastreável, seguro e simples de administrar sem sobrecarregar as equipes de TI.

“O WiFeed se reposicionou para atender esse novo momento. Somos uma plataforma que combina autenticação inteligente, visibilidade e conformidade, sempre com usabilidade e suporte de verdade”, reforça o CEO.

O futuro da conectividade segura

A próxima fronteira da cibersegurança passa pela automação. Redes corporativas estão se tornando inteligentes, capazes de aprender padrões de comportamento, prever riscos e aplicar políticas de acesso em tempo real.

Nos próximos anos, tecnologias como o OpenRoaming e Wi-Fi Offload, projetos liderados pela Wireless Broadband Alliance (WBA), permitirão conexões automáticas e seguras entre diferentes redes públicas e privadas, eliminando senhas e formulários.

E a WiFeed é a primeira empresa brasileira a integrar oficialmente a WBA, participando dos testes da tecnologia no país. O impacto tende a ser profundo, trazendo conexões mais seguras, simples e interoperáveis, em um modelo que une usabilidade, conformidade e inteligência.

A segurança deixará de ser um complemento e se tornará parte natural da experiência de estar conectado, seja dentro ou fora das empresas.

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Ataque hacker ao sistema financeiro do Banco Central expõe brechas na segurança de fintechs https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/roubo-central-e-vulnerabilidades-para-fintechs/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/roubo-central-e-vulnerabilidades-para-fintechs/#respond Mon, 14 Jul 2025 09:33:31 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=1143 Roubo milionário usando credenciais legítimas reforça debate sobre segurança e compliance em fintechs e bancos digitais.

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Fintechs ganharam espaço prometendo mais agilidade e menos burocracia — mas o ataque hacker que causou um prejuízo de centenas de milhões de reais de um “banco invisível” por trás dessas operações expôs uma nova preocupação: quem segura o risco quando a segurança falha?

O ataque hacker aconteceu entre a noite de 1º de julho e a madrugada do dia 2. O alvo foi o BMP, um chamado “banco invisível”, ou seja, uma instituição que conecta as fintechs ao sistema de pagamentos organizado pelo Banco Central.

Segundo informações da investigação, os criminosos roubaram login e senha de um cliente da C&M Software, empresa de mensageria que faz essa intermediação técnica. Com credenciais legítimas, conseguiram acessar o sistema, autorizar transferências e movimentar recursos das contas reservas que essas instituições mantêm junto ao Banco Central exclusivamente para finalizar as transferências (Pix e outros pagamentos) entre instituições financeiras.

As ordens de pagamento que os hackers realizaram foram enviadas para contas laranjas, que são ligadas a uma organização criminosa, e boa parte do dinheiro foi convertida em criptomoedas ou dólar virtual, o que dificulta o rastreio.

O BMP, até agora único nome confirmado, absorveu o prejuízo, sem repassar as perdas para os clientes finais. Mas, como consequência, várias fintechs tiveram o Pix fora do ar por algumas horas, já que dependem desse tipo de conexão para liquidar operações.

Para as fintechs, o caso expõe uma vulnerabilidade importante. Essas empresas oferecem serviços típicos de bancos sem serem bancos de fato. Para viabilizar transações como Pix, muitas dependem de instituições de liquidação — os chamados “bancos invisíveis” — e de empresas de mensageria que fazem a ponte técnica com o Banco Central.

Desde o movimento de desregulamentação iniciado em 2018, o número de fintechs saltou para mais de 300 no país. Mas apenas cerca de 20% delas são fiscalizadas diretamente pelo BC. Na prática, isso cria uma rede de intermediários que concentram operações críticas do sistema.

No caso do ataque, as ordens de transferência usaram credenciais legítimas, o que tornou mais difícil detectar que se tratava de fraude no momento da liquidação. É uma situação comparável a alguém que usa a senha do cartão de crédito e faz compras sem levantar suspeitas.

Sem mecanismos automáticos para identificar transações atípicas, a vulnerabilidade é ainda maior durante períodos de baixo movimento, como a madrugada — como foi o caso deste ataque hacker. Para as fintechs, o caso reforça um debate sobre governança, compliance e monitoramento de risco em toda a cadeia.

No ecossistema financeiro, a rapidez de novos players precisa caminhar junto com estruturas sólidas de segurança. A necessidade de intermediários para conectar fintechs ao Banco Central segue como ponto de atenção.

Enquanto as investigações avançam, o caso mostra que mecanismos de detecção e resposta a fraudes ainda têm brechas importantes. E blindar essas pontas pode ser tão crítico quanto escalar novos produtos ou ganhar usuários.

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