ifood Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/ifood/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Thu, 04 Dec 2025 16:00:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp ifood Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/ifood/ 32 32 Dados mostram queda de crimes onde o iFood opera em SP: o que isso significa? https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/ifood-reducao-criminalidade-estudo-mit/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/ifood-reducao-criminalidade-estudo-mit/#respond Thu, 04 Dec 2025 16:00:31 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3355 Estudo do MIT indica que a expansão do iFood em SP está associada à queda de até 26% na criminalidade em áreas vulneráveis.

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Um estudo conduzido pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) indica que a expansão do iFood no estado de São Paulo está associada a uma redução média de 10,4% na criminalidade nas regiões onde o serviço começa a operar. A análise, liderada pela economista Isadora Frankenthal e publicada em 2025, cruzou dados geocodificados de incidentes policiais com a expansão geográfica do serviço da plataforma de delivery.

O resultado chamou a atenção por sugerir que plataformas digitais, até aqui avaliadas majoritariamente sob a ótica trabalhista e regulatória, podem exercer efeitos indiretos sobre indicadores sociais mais amplos, como segurança pública.

Segundo o estudo, a queda na criminalidade é mais intensa em bairros de menor renda. Nessas regiões, os crimes não violentos apresentam redução próxima de 20% e, em alguns recortes, a incidência de delitos violentos chega a cair até 26,7%. O dado reforça a hipótese de que a presença da plataforma aumenta oportunidades de renda para pessoas com baixa qualificação, grupo estatisticamente mais exposto ao que os pesquisadores chamam de “crimes de oportunidade”.

O trabalho não afirma que o iFood é a causa única da redução, mas aponta correlação consistente entre expansão do serviço e retração dos indicadores criminais. A interpretação dos autores sugere que a entrada de um novo mercado de trabalho (ainda que marcado por debates sobre condições e remuneração) reorganiza parte dos incentivos econômicos locais.

De um lado, há argumentos trabalhistas que criticam o caráter precarizado do vínculo entre entregadores e plataformas. De outro, o estudo do MIT mostra que, na prática, a oferta de ocupação imediata em áreas vulneráveis pode reduzir a probabilidade de engajamento em atividades ilícitas.

A pesquisa não endossa narrativas que romantizam a figura do “empreendedor de si mesmo” e tampouco ignora seus limites. O ponto central é que, quando analisada em escala urbana, a entrada de um serviço como o iFood produz rearranjos econômicos que vão além da relação empresa–trabalhador.

Fatores paralelos, como políticas públicas locais, ciclos econômicos ou variáveis demográficas, também podem ter contribuído para o resultado. O estudo afirma, ainda, não haver evidência de deslocamento geográfico dos crimes, ou seja, não se trata apenas de migração para regiões vizinhas.

Isso gera debates sobre como as plataformas digitais não atuam apenas como intermediárias de entrega, mas como agentes capazes de alterar dinâmicas socioeconômicas de territórios inteiros. E, se os dados forem confirmados por novas análises, o fenômeno pode reposicionar o papel das plataformas na economia urbana, indicando que efeitos colaterais positivos à sociedade também fazem parte da equação.

Modelos de negócio criam externalidades que vão muito além do produto em si. E entendê-las (tanto de um ponto de visto positivo quanto negativo) será decisivo para navegar um ambiente em que impacto social e inovação caminham, cada vez mais, juntos.

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Uber e iFood: apps começam a operar de forma integrada e ampliam conveniência para usuários https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/uber-e-ifood-integracao-apps/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/uber-e-ifood-integracao-apps/#respond Mon, 17 Nov 2025 18:39:55 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3201 Integração entre Uber e iFood avança enquanto novos players aquecem a disputa no delivery e ampliam investimentos no setor.

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Uber e iFood deram início, nesta segunda-feira (17 de novembro), a uma integração que permite que usuários acessem serviços das duas plataformas dentro de um único aplicativo. O movimento marca um dos passos mais relevantes do setor desde a saída do Uber Eats do Brasil e acontece em um momento em que a concorrência no delivery volta a se intensificar.

O que muda para os usuários

A integração começa por Belo Horizonte, onde clientes do iFood já podem chamar corridas da Uber pelo próprio app. A partir de dezembro, o caminho inverso também passa a acontecer: o aplicativo da Uber vai exibir entregas de refeição, mercado e outros itens operadas pelo iFood.

Segundo as empresas, a mudança será automática e não exige nenhum tipo de atualização ou ação manual. A integração será expandida para grandes capitais ao longo de dezembro e deve alcançar todas as cidades atendidas pelas duas plataformas até o fim de janeiro de 2026:

  • Novembro/2025 – BH passa a acessar Uber pelo iFood.
  • Dezembro/2025 – SP, RJ, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Campinas, Goiânia, Recife, Porto Alegre e Salvador recebem a novidade.
  • Ainda em dezembro, usuários de Belo Horizonte começam a visualizar o iFood dentro do app da Uber, com expansão para outras capitais na sequência.
  • Janeiro/2026 – Integração completa nas cidades atendidas pelas duas plataformas.

Além disso, Uber e iFood vão lançar uma assinatura conjunta de fidelidade por R$21,90 por mês, reunindo benefícios que hoje estão distribuídos entre o Clube iFood (R$12,90) e o Uber One (R$19,90).

Uma volta indireta da Uber ao mercado de entregas

A parceria marca o retorno da Uber ao segmento de delivery de comida, ainda que de forma indireta. O Uber Eats encerrou sua operação nacional em 2022, após forte pressão competitiva. Agora, a empresa volta a aparecer nesse fluxo por meio da integração operacional com o iFood.

Um setor novamente aquecido

A decisão acontece em meio à chegada de novos concorrentes e à retomada de investimentos agressivos no mercado de entregas. A Keeta, plataforma ligada à chinesa Meituan, iniciou operação piloto em Santos e São Vicente no fim de outubro e planeja investir US$1 bilhão no Brasil em cinco anos.

A 99Food, que encerrou suas atividades em abril de 2023, retorna ao país integrada ao app da 99. A controladora chinesa, Didi Chuxing, projeta R$2 bilhões em investimentos até junho de 2026.

Outra plataforma de delivery, a Rappi, também ampliou sua aposta: serão R$1,4 bilhão destinados à expansão de 50 para 300 cidades e à ampliação da base de restaurantes parceiros.

Com o fortalecimento dos players chineses e a expansão acelerada da Rappi, a movimentação de Uber e iFood reposiciona as duas marcas num cenário mais competitivo do que nos anos anteriores.

O racional estratégico

Segundo Diego Barreto, CEO do iFood, a integração segue a lógica de concentrar mais serviços dentro de um único ambiente, estratégia comum também à Uber. Ele afirma que a mudança não foi pensada como resposta direta à competição, mas como parte de um plano de experiência unificada para o usuário: “Com mais opções no mercado, a escolha do consumidor tende a ser guiada por qualidade de serviço, amplitude de oferta e força das marcas”.

Para o iFood e para a Uber, o movimento sinaliza a construção de ecossistemas mais amplos, onde mobilidade e delivery passam a coexistir para aumentar recorrência, conveniência e fidelidade.

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iFood segue estratégia de M&A e anuncia aquisição da Advolve para acelerar frente de Ads https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/ifood-compra-advolve/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/ifood-compra-advolve/#respond Fri, 14 Nov 2025 20:39:48 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3181 Com a compra da Advolve, o iFood avança em IA e retail media e acelera sua frente de Ads, que já atende mais de 230 empresas.

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O iFood acaba de anunciar a aquisição da Advolve, startup brasileira de inteligência artificial aplicada ao marketing de performance. O movimento reforça a estratégia de M&A da empresa e acelera sua ambição de crescer em até 5x a vertical de Ads até 2030, uma das frentes de receita que mais avança dentro do ecossistema iFood.

Fundada em 2023, a Advolve desenvolveu uma tecnologia capaz de gerar, analisar, testar, refazer e redistribuir milhares de peças publicitárias automaticamente, inclusive em canais externos ao app. A arquitetura proprietária de IA executa testes simultâneos, ajusta criativos em tempo real e aloca investimento de acordo com os elementos que performam melhor.

Desde que entrou no mercado de publicidade em 2021, o iFood tem usado sua base de usuários como um dos ativos mais valiosos para anunciantes. Mais de 230 empresas já anunciaram nas verticais de restaurantes, supermercados, farmácias e pet shops, com os maiores anunciantes registrando incremento de mais de 40% de receita via iFood Ads. Em 2024, a vertical voltada para a indústria cresceu 70%.

A aquisição da Advolve expande esse potencial. Juntas, as empresas poderão segmentar públicos, ajustar criativos e medir resultados em tempo real, em uma escala operacional impossível sem IA, conectando objetivos de marca, dados comportamentais e performance de forma dinâmica.

Startup seguirá atuando de forma independente

Os fundadores João Sobreira, João Paulo Martins e Djary Veiga, junto a todos os funcionários da Advolve, permanecem na operação, que seguirá atendendo clientes externos com foco na indústria de bens de consumo. A startup também continuará avançando em testes fora do aplicativo do iFood, oferecendo uma solução 360º para campanhas publicitárias.

A Advolve já havia sido validada anteriormente pelo braço de venture capital da Prosus, holding dona do iFood, que investiu US$5 milhões em fevereiro, em uma rodada minoritária.

Uma aposta clara em retail media, IA e escalabilidade

A aquisição ocorre em um momento em que o mercado de retail media cresce aceleradamente no Brasil, com plataformas de consumo migrando para o papel de veículos de mídia, monetizando dados, audiência e distribuição. Para o CEO do iFood, Diego Barreto, o movimento marca um novo momento da empresa.

“A Advolve transforma campanhas em sistemas vivos, capazes de aprender, evoluir e se otimizar em tempo real. Com essa união, somamos tecnologia e inteligência artificial a uma grande audiência de usuários. O futuro da publicidade chegou e ele fala a linguagem da inteligência.”

Com a compra, o iFood adiciona mais uma peça à sua estratégia de diversificação e consolida sua posição como um dos principais players de advertising do país, agora com IA nativa, escala massiva e uma operação que conecta marcas ao consumidor dentro e fora do seu ecossistema.

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iFood: a startup que deu um novo nome ao delivery no Brasil https://the.beatstrap.com.br/historias-e-inspiracoes/historia-do-ifood/ https://the.beatstrap.com.br/historias-e-inspiracoes/historia-do-ifood/#respond Fri, 19 Sep 2025 21:38:00 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2777 A trajetória do iFood combina disrupção, tecnologia e visão de mercado em um dos maiores cases do ecossistema brasileiro.

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Em pouco mais de uma década, o iFood deixou de ser um site de cardápios para se tornar parte da rotina de milhões de brasileiros.

O aplicativo não só redefiniu a forma de pedir comida, como abriu caminho para farmácias, mercados e até pet shops entrarem na lógica do delivery sob demanda. Além disso, transformou hábitos de consumo, redesenhou a logística urbana e consolidou um modelo de negócio que hoje é referência em escala e inovação na América Latina.

Antes do app: a era do Disk Cook

Muito antes de o celular ser o centro da experiência, o embrião do iFood já existia. Em 1997, Patrick Sigrist criou o Disk Cook, um serviço que parecia simples, mas era inovador para a época: reunir cardápios de restaurantes e centralizar pedidos por telefone.

O funcionamento era analógico: clientes ligavam para a central, recebiam cardápios por fax e faziam os pedidos, que eram repassados a motoboys para entrega. A operação mostrava demanda real, mas também expunha limitações óbvias. O modelo era caro, dependente de estrutura física e pouco escalável.

Esse contraste entre necessidade do consumidor e barreiras do modelo seria o insight que mais tarde levaria à digitalização do serviço.

O nascimento do iFood

Em 2011, Patrick Sigrist se uniu a Eduardo Baer, Guilherme Bonifácio e Felipe Fioravante para lançar oficialmente o iFood. A proposta era simples e poderosa: reunir cardápios de diferentes restaurantes em um só lugar, agora em uma plataforma online.

O marketplace permitia que o usuário escolhesse, pedisse e pagasse sem precisar ligar para a central. Era o passo que transformava a experiência de “folhear cardápios” em um clique. No início, o foco estava no site, mas rapidamente ficou claro que o modelo tinha espaço para escalar.

O desafio inicial foi convencer restaurantes e clientes a adotarem o digital em um mercado ainda habituado ao telefone. Mas a validação veio rápido: havia demanda reprimida por conveniência e a plataforma começava a mostrar sinais de tração.

A virada com o app e os primeiros aportes

O ponto de inflexão veio em 2012, com o lançamento do aplicativo para smartphones. Se o site já trazia praticidade, o app colocava o iFood no bolso dos consumidores e eliminava de vez a concorrência do telefone. Foi ali que a empresa começou a ganhar escala real.

No mesmo período, a Movile entrou como investidora e, em 2014, assumiu o controle. O capital permitiu acelerar a expansão e financiar uma jogada estratégica: a fusão com o Restaurante Web, principal concorrente na época.

Essa movimentação consolidou a liderança do iFood no mercado brasileiro e mostrou a disposição da empresa em usar M&A como motor de crescimento.

Da consolidação às novas verticais: a expansão do iFood

A partir de 2014, o iFood adotou uma estratégia agressiva de fusões e aquisições. Incorporou concorrentes como o PedidosJá em 2018 e ampliou a distância em relação a outros players. O movimento não só garantiu participação de mercado como acelerou a penetração em novas regiões do país.

Paralelamente, a empresa deixou de ser apenas “o app de pedir comida”. Entrou em segmentos como supermercados, farmácias e pet shops, reposicionando-se como plataforma de delivery completo. A marca virou praticamente sinônimo de conveniência: quando se falava em delivery, pensava-se no iFood.

Esse domínio foi sustentado por investimentos pesados em tecnologia de roteirização, logística e meios de pagamento, que tornaram a operação mais eficiente e ampliaram a barreira de entrada para novos concorrentes.

E a lógica de expansão se mantém até hoje. Em 2025, a aquisição da CRMBonus mostrou que a empresa continua mirando além do delivery de refeições, investindo em dados, fidelização e soluções que ampliam sua presença no ecossistema de consumo. É uma forma de reforçar a liderança no presente sem perder de vista o futuro.

O peso dos investidores internacionais

O crescimento acelerado do iFood atraiu capital de fora. A Prosus, braço de investimentos da sul-africana Naspers, começou a aumentar sua participação até assumir o controle total em 2022. A movimentação consolidou o iFood como peça-chave no portfólio global do grupo, ao lado de gigantes internacionais de tecnologia e consumo.

Com a Prosus no comando, a empresa ganhou fôlego para reforçar sua estratégia de longo prazo: expandir além do food delivery, investir em inteligência logística e acelerar projetos de inovação, como entregas por drones e veículos autônomos.

Essa transição marcou uma nova fase. O iFood deixou de ser apenas uma startup brasileira de sucesso para se posicionar como um player global de tecnologia de delivery.

Para onde vai o iFood daqui em diante

Com o mercado de delivery consolidado, o iFood passou a investir em frentes que vão além da comida. A empresa já atua em mobilidade, pagamentos e soluções de conveniência, além de testar tecnologias de ponta para logística — como drones e veículos autônomos.

Sustentabilidade também entrou na pauta: programas para reduzir a emissão de carbono, incentivo ao uso de embalagens recicláveis e iniciativas voltadas à inclusão de entregadores e restaurantes parceiros. O objetivo é mostrar que dominar o mercado não significa apenas crescer em volume, mas criar impacto positivo no ecossistema.

O futuro do iFood aponta para um modelo cada vez mais amplo: não apenas entregar refeições, mas se tornar um hub de conveniência para milhões de consumidores.

As lições do iFood para quem está construindo

A história do iFood vai além de um aplicativo de delivery: é um case de execução disciplinada e visão de longo prazo. Para founders, ficam alguns recados diretos:

  • Adapte rápido ao comportamento do consumidor: a virada do iFood veio com o mobile. Estar no lugar certo na hora certa fez diferença.
  • Use fusões e aquisições como estratégia, não como atalho: consolidar mercado foi decisivo para criar liderança incontestável.
  • Construa barreiras além da marca: tecnologia logística e meios de pagamento fortaleceram o domínio contra concorrentes.
  • Pense grande desde cedo: a entrada de investidores internacionais só reforçou uma visão que já era global.

O iFood virou sinônimo de delivery porque não parou no primeiro acerto. Digitalizar o telefone em um app foi só o começo. O que garantiu a liderança foi a disciplina de consolidar concorrentes, expandir para novas verticais e investir pesado em logística e tecnologia.

O recado para founders é simples: não basta abrir caminho — é preciso se manter à frente dele.

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Educação, tecnologia e expansão: os investimentos do iFood em 2025 https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/#respond Fri, 15 Aug 2025 14:11:50 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2408 Aquisição da CRMBonus, investimento em educação e 1.100 contratações marcam a nova fase de expansão do iFood no Brasil.

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O iFood anunciou, em um curto intervalo de tempo, três movimentos estratégicos que reforçam sua presença no mercado brasileiro e ampliam o impacto econômico e social da empresa. A companhia adquiriu 20% de participação na martech CRMBonus, destinou cerca de R$5 milhões para apoiar entregadores e parceiros na conclusão do Ensino Médio e revelou um plano de 1.100 novas contratações junto a um pacote de R$17 bilhões em investimentos diretos no país até março de 2026.

Aquisição da CRMBonus

O iFood adquiriu uma participação minoritária de 20% na CRMBonus, martech brasileira especializada em soluções de aquisição, fidelização e monetização de clientes para o varejo. O capital investido será usado para acelerar o desenvolvimento de tecnologia e inteligência artificial, além de recomprar parte das ações de investidores atuais. A operação é um desdobramento de uma parceria já existente entre as empresas, que envolve a emissão de Vale Bonus para assinantes do Clube iFood e a oferta de novas ferramentas para restaurantes parceiros, integrando as soluções da CRMBonus ao portfólio do iFood. As duas companhias também trabalharão juntas em frentes como o CRM do iFood Pago, o acesso a canais adicionais de vendas e a criação de um ambiente digital integrado, ampliando a conveniência para consumidores e parceiros.

Investimento em educação para entregadores e parceiros

Com o programa Meu Diploma do Ensino Médio, o iFood destinará cerca de R$5 milhões em 2025 para apoiar entregadores, familiares e proprietários de estabelecimentos parceiros na conclusão dos estudos. A iniciativa oferece curso preparatório gratuito para o Encceja, jornada de aprendizagem gamificada, prêmios por engajamento e incentivo financeiro de R$40 para participantes que comparecerem à prova. Em sua quarta edição, o programa já formou mais de 11 mil pessoas e é considerado a maior ação da iniciativa privada voltada à educação básica de jovens e adultos no país. Dados da própria empresa mostram que 45% dos entregadores formados relatam aumento de renda e 28% já ingressaram em cursos técnicos ou superiores após a conclusão do Ensino Médio.

Contratações e investimentos no Brasil

Entre abril de 2025 e março de 2026, o iFood planeja investir R$17 bilhões em sua operação no país, com foco na expansão de estabelecimentos parceiros, tecnologia e inovação. Desse total, R$6 bilhões serão destinados a ações para aumentar o tráfego na plataforma, a recorrência de compras e a ampliação dos segmentos atendidos. A estratégia inclui ainda a disponibilização de crédito para restaurantes parceiros e a expectativa de investir até R$500 milhões adicionais em startups brasileiras. No mesmo período, a companhia ampliará sua equipe com 1.100 novas contratações — mais da metade voltadas para tecnologia — elevando para mais de 8.600 o número de colaboradores diretos. De acordo com estudo da Fipe, as atividades do iFood representaram 0,64% do PIB brasileiro em 2024, movimentando R$140 bilhões na economia.

Expansão e impacto estratégico

Os três anúncios reforçam a estratégia do iFood de combinar crescimento de mercado, inovação tecnológica e impacto social. Ao investir em uma martech voltada ao varejo, ampliar o acesso à educação básica para entregadores e fortalecer sua estrutura com contratações e aportes bilionários, a empresa consolida seu posicionamento como um ecossistema que conecta tecnologia, parceiros e consumidores. Os resultados recentes indicam que essa abordagem contribui tanto para o aumento das vendas de negócios que utilizam a plataforma quanto para o engajamento de colaboradores e parceiros, além de gerar efeitos diretos na economia brasileira.

Os recentes anúncios mostram que o iFood mantém uma agenda consistente de iniciativas que vão além da operação de delivery, combinando expansão de mercado, desenvolvimento tecnológico e programas de impacto social. A aquisição da participação na CRMBonus fortalece o portfólio de soluções para parceiros; o investimento em educação amplia oportunidades para entregadores e seus familiares; e o plano de contratações e aportes bilionários evidencia o compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro. Em conjunto, as ações indicam uma estratégia integrada para sustentar o crescimento da empresa e ampliar sua relevância no ecossistema econômico e social do país.

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