inteligência artificial na saúde Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/inteligencia-artificial-na-saude/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Tue, 14 Oct 2025 14:13:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp inteligência artificial na saúde Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/inteligencia-artificial-na-saude/ 32 32 O app brasileiro que quer mudar a estatística do país mais ansioso do mundo https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/capee-app-de-organizacao/ https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/capee-app-de-organizacao/#respond Tue, 14 Oct 2025 14:12:13 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2926 O app brasileiro que transforma cuidado emocional em tecnologia e propõe uma rotina de trabalho e produtividade mais humana.

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Burnout, ansiedade e depressão se tornaram parte do cotidiano de quem empreende. Entre jornadas longas, pressão por resultados e a constante incerteza do mercado, a linha entre produtividade e esgotamento nunca foi tão tênue.

De acordo com um levantamento da Endeavor (2024), 94% dos founders já enfrentaram algum tipo de condição adversa de saúde mental durante a trajetória empreendedora e 37% afirmam ter sofrido episódios de burnout ao longo da carreira.

A sobrecarga emocional não afeta apenas quem cria e encabeça as startups. Heads e profissionais táticos, igualmente pressionados por metas e entregas rápidas, compõem um cenário em que o negócio avança, mas o bem-estar fica em segundo plano.

Nesse contexto (e geralmente a partir de quem já viveu as dores na própria pele) surgem iniciativas que colocam a saúde mental no centro da inovação.

E é o caso do Capee, app brasileiro que nasceu da experiência pessoal de seu fundador, Thadeu Fayad, com depressão e TDAH. A proposta é criar uma nova lógica para o trabalho e a produtividade: avançar sem se machucar.

Uma solução viável e empática

O Capee nasceu de uma dor comum, mas pouco notada e discutida no universo das startups: a dificuldade de lidar com tarefas simples quando a mente está sobrecarregada. Dificuldade que, normalmente, é atribuída ao excesso de responsabilidades e à falta de foco e raramente à ansiedade, ao estresse ou à exaustão emocional que sustentam esse ciclo.

Foi dessa lacuna que surgiu a percepção de que faltavam ferramentas realmente pensadas para quem vive esse tipo de sobrecarga. E foi a partir dessa constatação que Thadeu, fundador do app, decidiu agir.

Conviver há mais de uma década com depressão e TDAH o fez perceber que as plataformas tradicionais de produtividade e workflow não foram feitas para quem vive nesse estado.

Ao testar os diversos aplicativos existentes, encontrou o oposto do que precisava: interfaces cheias, metas rígidas e lembretes que geravam ainda mais ansiedade. A partir disso, decidiu criar uma solução voltada a quem precisa de acolhimento antes da ação.

Todos me deixavam ainda mais ansioso e frustrado”, relembra. “Resolvi criar um que fosse feito especialmente para o que eu passava de sofrimento.”

O resultado é um aplicativo que propõe uma lógica diferente: transformar o peso das tarefas em pequenas ações possíveis, respeitando o ritmo emocional do usuário. Em vez de listas intermináveis e notificações insistentes, o app oferece leveza e empatia, um espaço digital minimalista onde produtividade e bem-estar andam juntos.

E a proposta tem chamado atenção. Em novembro, o Capee representará o Brasil no Web Summit Lisboa 2025, após ser selecionado pela organização como uma das Startups de Impacto do evento. O reconhecimento reforça o propósito da empresa e sua conexão com o ODS 3 da ONU (Saúde e Bem-Estar), meta global que busca promover saúde mental e qualidade de vida até 2030.

Um app que escuta, não cobra

Em vez de funcionar como uma lista de tarefas, o Capee convida o usuário a conversar para entender o contexto emocional antes de propor qualquer ação.

Nesse fluxo, o usuário não cria suas próprias tarefas, ele compartilha como está se sentindo, e a inteligência artificial, com base nesse estado e nos registros diários de emoção, gera automaticamente as microtarefas possíveis de serem executadas.

São pequenas ações que quebram a paralisia e criam uma sensação de progresso real.

Essa abordagem parte de um princípio simples, mas pouco explorado no universo da produtividade: trabalhar dentro das possibilidades individuais de cada um.

Não há lembretes, notificações insistentes ou metas que muitas vezes são inalcançáveis. O Capee limita o número de tarefas a três, para evitar sobrecarga e reduzir o sentimento de culpa por não dar conta de tudo.

E segundo Thadeu, nem sempre essa culpa vem do acúmulo de tarefas, às vezes, ela aparece antes mesmo de começar.

“Sentimos uma culpa pró-ativa”, explica. “Ela existe porque já pensamos que não iremos conseguir ou que não sabemos como começar.”

É justamente esse tipo de bloqueio que o app busca aliviar, transformando o peso das tarefas em pequenas ações possíveis, respeitando o ritmo e o estado emocional de cada pessoa.

Produtividade saudável é avançar sem se machucar”, diz Thadeu. “No Capee, a ideia é que o usuário consiga progredir respeitando seus limites emocionais, sem pressão e sem listas intermináveis.”

Com isso, o app cria uma experiência que une tecnologia e empatia para organizar sem gerar ansiedade, priorizando o bem-estar emocional como parte fundamental da rotina e reforçando a ideia de que nossos momentos mais produtivos são aqueles em que estamos bem com nós mesmos.

O lado humano da inteligência artificial

A inteligência artificial é o que dá vida ao Capee, mas não com a lógica tradicional de eficiência. Em vez de apenas automatizar tarefas, ela foi projetada para interpretar o estado emocional de quem a utiliza, traduzindo sentimentos e objetivos em microações possíveis, de acordo com o momento e o nível de energia do usuário.

Para Thadeu, o papel da tecnologia precisa ser repensado. Vivemos, segundo ele, em uma sociedade imediatista e acelerada, onde as ferramentas digitais muitas vezes acabam criando novas pressões em vez de aliviar as existentes.

“A tecnologia deve sempre buscar melhorar a vida de todos nós e não impor mais uma barreira. Precisamos de coisas simples, de ferramentas que nos tragam conforto, que nos ajudem a fazer — não importa se mais ou menos”, afirma.

Inclusive, em uma conversa sobre o posicionamento da empresa como app de produtividade, healthtech ou mesmo edtech, o fundador brincou e disse que definitivamente não são um app de produtividade, mas que podem se encaixar sim nessas outras duas definições.

O que realmente chamou atenção, no entanto, foi seu desejo (e objetivo) de que alguém cunhe o termo “EmpathyTech”.

Afinal, a proposta vai além do desempenho ou da otimização, buscando criar uma relação mais humana entre usuário e tecnologia, onde o digital serve como suporte, não como cobrança.

“Não quero que a IA pense por mim para que eu lave mais louça; quero que ela lave mais louça para que eu pense mais”, completa o fundador, citando uma frase que ouviu e adotou como referência.

Essa filosofia guia todo o desenvolvimento do app, colocando a inteligência artificial como aliada do bem-estar, e não como um instrumento de produtividade “cega”. Um contraponto à cultura da aceleração que domina o ambiente de startups e um exemplo de como a inovação pode, de fato, se tornar uma forma de cuidado.

Quando a inovação encontra o burnout

No ambiente de startups, onde velocidade e resiliência são quase sinônimos de sucesso, falar sobre vulnerabilidade ainda é um tabu. Para Thadeu, no entanto, empreender é uma “maratona emocional”, e reconhecer os próprios limites faz parte da sustentabilidade do negócio.

Acredito que manter a saúde mental não é luxo, mas condição de sobrevivência. Sem equilíbrio, o negócio não se sustenta”, afirma.

A reflexão se estende a todo o ecossistema, de founders a profissionais táticos. Por isso, o Capee se posiciona como um lembrete de que tecnologia também pode cuidar, ajudando líderes e equipes a encontrarem equilíbrio entre desempenho e saúde emocional, ainda que na rotina acelerada das startups.

“Produtividade saudável é o que garante continuidade e impacto verdadeiro”, diz o fundador.

Mais do que um aplicativo, o app propõe um novo olhar para a cultura de trabalho: um modelo em que empatia, ritmo e propósito substituem a lógica da pressa.

Minimalista no design e na proposta, o Capee quer ser lembrado não como um app de produtividade, mas como uma tecnologia que acolhe. Criado por quem entende o impacto real da ansiedade e da depressão no cotidiano, o aplicativo traduz em código a ideia de que é possível avançar sem se ferir no processo.

Para Thadeu, o propósito vai além da inovação. Ele acredita que é possível empreender e, ao mesmo tempo, chegar a muitas pessoas — tornando o cuidado acessível e tirando o bem-estar da lógica do privilégio.

“Não adianta ter uma solução dita inovadora se ela só estiver disponível para uma parcela pequena da população. O foco precisa estar nas pessoas, não no lucro primeiro”, afirma. “O Brasil é o país mais ansioso do mundo, segundo a OMS. Se conseguirmos ajudar uma parte desses milhões de brasileiros a entrar em um ciclo virtuoso, já teremos cumprido nosso papel.”

A ambição é clara, mas o caminho é feito de leveza. Tornar o bem-estar acessível, derrubar o estigma da vulnerabilidade e mostrar que a inovação também pode nascer do cuidado, que podemos ser fortes, produtivos e humanos ao mesmo tempo.

No fim, o Capee representa uma nova geração de startups brasileiras que transformam dor em propósito e tecnologia em empatia, como define Thadeu: um farol que ilumina o que realmente importa.

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Healthtechs ganham espaço e colocam a saúde no centro da inovação https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/healthtechs-colocam-saude-no-centro-da-inovacao/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/healthtechs-colocam-saude-no-centro-da-inovacao/#respond Mon, 06 Oct 2025 13:15:00 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2870 Com IA, telemedicina e capital em alta, as healthtechs ganham espaço e colocam a saúde entre as principais frentes de inovação.

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Nos últimos meses, uma pauta tem aparecido com cada vez mais frequência nas rodadas de investimento, nas capas de revistas de negócios e até nos principais eventos de inovação: a saúde entrou de vez na pauta. As healthtechs já foram vistas como uma vertical promissora e hoje elas ocupam o centro do palco.

De startups que usam inteligência artificial para auxiliar no diagnóstico precoce do câncer a plataformas de telemedicina e soluções de bem-estar integradas, a saúde deixou de ser apenas um setor tradicional e passou a ser uma das frentes mais quentes do ecossistema de startups.

Esse movimento não é coincidência. Ele reflete um cenário de busca crescente por eficiência nos diagnósticos, envelhecimento populacional, custos crescentes e uma demanda maior por acesso e prevenção. 

Apenas na América Latina, os investimentos em healthtechs cresceram quase 40% em 2024, com o Brasil assumindo a liderança regional (segundo o HealthTech Report Recap 2024).

Estamos, ao que tudo indica, vivendo uma “era da saúde 4.0”. Fase em que tecnologia, dados e bem-estar caminham juntos, transformando o setor através da inovação.

O novo ciclo de inovação que chegou à saúde

Inteligência Artificial como aliada no diagnóstico

De startups americanas que treinam algoritmos para identificar padrões de câncer em exames até healthtechs brasileiras fundadas por médicas que buscam melhorar o diagnóstico precoce de doenças como o câncer de mama, a IA já deixou de ser promessa e virou prática.

Além de agilizar processos clínicos, ela reduz custos e amplia o acesso, especialmente em regiões onde a falta de especialistas é uma barreira.

Telemedicina e monitoramento remoto

Se a pandemia acelerou a telemedicina, os últimos anos consolidaram o modelo.

Plataformas de consulta online hoje são só a porta de entrada para um ecossistema maior: exames realizados em casa, wearables (como um smartwatch) que monitoram sinais vitais em tempo real e integração com prontuários digitais.

O atendimento remoto deixou de ser uma exceção e começa a redesenhar a forma como a jornada do paciente é pensada.

Saúde preventiva e wellness

A lógica “cuidar antes de tratar” vem se fortalecendo. Startups apostam em aplicativos de bem-estar, acompanhamento nutricional, saúde mental e até programas corporativos integrados de qualidade de vida.

O consumidor, cada vez mais consciente, demanda soluções acessíveis que ajudem a prevenir doenças e a melhorar sua rotina diária. O wellness deixou de ser nicho e passou a se fundir com o mercado de saúde tradicional.

Consolidação e fusões no setor

Com mais capital entrando, o mercado também passa a se consolidar. Healthtechs menores têm sido adquiridas por players maiores em busca de portfólio mais completo ou escala mais rápida.

Esse movimento cria tanto oportunidades de saída para fundadores quanto desafios para startups que precisam encontrar nichos claros ou diferenciais de tecnologia para sobreviver.

Investimentos em alta

Os números falam por si. Em 2024, os investimentos em healthtechs cresceram quase 40% na América Latina, com o Brasil na liderança. Fundos como o BR Angels criaram batches exclusivos para a vertical, enquanto rodadas internacionais (como a da Manual, que levantou £29,2 milhões com foco no Brasil) mostram que o mercado local está no radar global.

Outro exemplo disto é a australiana Heidi Health, que desenvolve ferramentas baseadas em IA para auxiliar médicos em diagnósticos e gestão clínica, levantou US$65 milhões em uma rodada série B liderada pela Point72, fundo bilionário de Steve Cohen.

Mas o otimismo ainda convive com alguns desafios. Segundo levantamento da Abstartups, mais de 60% das healthtechs brasileiras nunca receberam aportes, o que revela um mercado em expansão, mas ainda desigual. Poucas startups concentram grande parte do capital e a maioria ainda opera com recursos próprios ou bootstrapping.

O Brasil e o avanço da inovação em saúde

O Brasil já é o maior polo de healthtechs da América Latina, concentrando aproximadamente 65% das startups da região, e um dos ecossistemas mais ativos do mundo quando o assunto é inovação em saúde. São centenas de startups atuando em áreas que vão de diagnóstico por imagem e gestão hospitalar a saúde mental, fitness, nutrição e bem-estar corporativo.

Mesmo com os desafios de captação, o país vive um momento de maturidade. A combinação de demanda reprimida, carência estrutural e criatividade empreendedora cria um ambiente favorável para soluções que podem chegar a crescer em nível global.

Casos como o da Conexa Saúde, que ampliou o acesso à telemedicina para milhões de brasileiros e consolidou parcerias com grandes operadoras, mostram como a tecnologia tem reduzido barreiras de acesso e democratizado o atendimento no país.

E não é um caso isolado: o ecossistema vem ganhando força com hubs, aceleradoras e programas de fomento voltados exclusivamente à vertical de saúde.

O tema também começa a ganhar o público mais amplo. Em um dos episódios mais recentes do Shark Tank Brasil, uma healthtech voltada ao diagnóstico preventivo de câncer em pacientes que já passaram pelo tratamento e correm risco de recidiva (retorno do câncer) recebeu R$ 1,5 milhão de investimento da investidora Carol Paiffer, que adquiriu 45% de participação na empresa. O episódio simboliza o estágio que o mercado brasileiro parece viver hoje: a saúde como um setor cada vez mais visível (e investível) também fora dos círculos tradicionais de venture capital.

Um exemplo paralelo dessa força de comunidade é o Startup Weekend, organizado pela Techstars, que em 2025 realiza em Florianópolis sua segunda edição dedicada à vertical de Health. O evento reúne empreendedores, mentores e investidores para criar soluções em apenas 54 horas, reforçando o papel das comunidades locais como catalisadoras de novas soluções inovadoras e, neste caso, voltada exclusivamente à saúde.

Enquanto isso, capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba continuam se consolidando como polos de referência, com aumento no número de aceleradoras e fundos especializados. A saúde, antes uma vertical periférica dentro do ecossistema, agora se posiciona como um dos setores estratégicos de inovação no país.

Os desafios por trás da expansão das healthtechs

Mesmo com o crescimento e a visibilidade inédita, o avanço das healthtechs no Brasil e no mundo ainda enfrenta obstáculos estruturais e culturais, como:

1. Escalabilidade e integração com o sistema

Boa parte das soluções ainda encontra dificuldade em se integrar a sistemas legados, especialmente em redes hospitalares públicas e privadas. A fragmentação dos dados, a falta de interoperabilidade e o baixo nível de digitalização em muitas instituições travam a escalabilidade de modelos inovadores.

2. Regulação e compliance

A regulação do setor avança, mas em ritmo desigual. Enquanto algumas healthtechs conseguem certificações e homologações rápidas, outras enfrentam longos ciclos de aprovação, especialmente em produtos classificados como dispositivos médicos. 

Além disso, a adequação à LGPD e a conformidade com normas de segurança continuam sendo questões centrais.

3. Sustentabilidade financeira

Como mostrou o levantamento da Abstartups, mais de 60% das healthtechs brasileiras ainda não receberam investimento. Isso faz com que muitas operem em modo “sobrevivência”, dependentes de receita orgânica, editais ou programas de fomento.

A consequência é que boa parte das inovações acaba ficando restrita ao early stage, sem chegar à escala que poderia gerar impacto sistêmico.

4. Privacidade e confiança do paciente

Lidar com dados sensíveis de saúde exige padrões éticos e tecnológicos rigorosos. Vazamentos ou falhas de segurança podem comprometer a confiança de usuários e instituições. E, num setor tão regulado, confiança é um ativo tão valioso quanto a tecnologia.

5. Adoção cultural

Ainda há resistência dentro do próprio setor. Médicos, operadoras e gestores hospitalares muitas vezes enxergam as healthtechs com ceticismo, seja por medo de substituição, seja pela complexidade em integrar novas tecnologias às rotinas clínicas. Ou, em alguns casos, pela falta de confiança na entrega de resultados das soluções.

Essa mudança cultural é tão importante quanto a digitalização em si e, em muitos casos, é o que define se uma solução prospera ou não.

O avanço das healthtechs não é apenas uma tendência, mas sim um retrato de como a tecnologia está redesenhando um dos setores mais complexos e sensíveis da economia. De startups em fase inicial a unicórnios, o movimento aponta para um mesmo caminho, onde a saúde é uma plataforma contínua, conectada e centrada nas pessoas.

A tal “era da saúde 4.0” marca o início de um novo modelo, em que dados, inteligência artificial e personalização colocam o paciente no centro das decisões. A inovação não é só técnica, ela também é cultural, impulsionada pela colaboração entre profissionais de saúde, empreendedores, investidores e reguladores.

Mais do que um crescimento de investimentos nas healthtechs, o que está em curso é uma transformação de mentalidade. A saúde deixou de ser um sistema reativo para se tornar um ecossistema de inovação permanente e cada nova tecnologia tem o potencial de salvar tempo, recursos e, principalmente, vidas.

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