investimentos Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/investimentos/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Wed, 08 Oct 2025 01:13:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp investimentos Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/investimentos/ 32 32 Intel se aproxima da Apple em busca de investimento e novo fôlego no mercado https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/intel-busca-aportes-e-recuperacao-no-mercado/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/intel-busca-aportes-e-recuperacao-no-mercado/#respond Mon, 06 Oct 2025 13:11:00 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2868 Intel busca investimento da Apple em meio à retomada da produção de chips nos EUA e tenta recuperar espaço de mercado.

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A Intel, uma das maiores fabricantes de chips do mundo e pioneira na indústria de semicondutores, entrou em contato com a Apple em busca de um novo investimento, segundo informações divulgadas pela Bloomberg. As conversas, ainda em estágio inicial, são privadas e podem não resultar em um acordo, mas sinalizam mais um movimento da companhia para fortalecer sua posição no mercado.

A negociação acontece em meio a uma sequência de aportes recentes. Em setembro, o SoftBank investiu US$2 bilhões na empresa, seguido de US$5 bilhões da Nvidia no fim do mês. Em agosto, o governo Trump adquiriu cerca de 10% da Intel em um acordo atípico, consolidando a fabricante como uma peça central nos planos de revitalização da produção doméstica de chips nos Estados Unidos. Desde então, as ações da companhia subiram mais de 60%.

Apesar dos sinais de confiança, o cenário ainda é de reconstrução. A Intel enfrenta a deterioração de suas finanças, mudanças internas — como a saída do CEO Pat Gelsinger — e a perda de relevância tecnológica frente a concorrentes como AMD e Nvidia, que dominaram a corrida pelos chips voltados à inteligência artificial.

A possível entrada da Apple reforça um componente político e industrial mais amplo. O CEO da companhia, Tim Cook, afirmou recentemente à CNBC que os investimentos da Apple nos EUA criam um “efeito dominó” ao estimular outras empresas a ampliar a produção no país, o que pode tornar a Intel uma parceira estratégica.

As duas empresas têm um histórico de cooperação e atritos. A Apple utilizou chips da Intel por mais de uma década, mas passou a substituí-los em 2020 por processadores próprios. Ainda assim, manteve laços com a fabricante, especialmente após a compra, em 2019, da maior parte da divisão de modems da Intel.

Para a Intel, a aproximação com a Apple representa mais do que uma busca por capital, é uma tentativa de reposicionar a marca no epicentro da indústria americana de tecnologia. Agora, marcada pela disputa entre inovação, soberania industrial e a liderança em chips.

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Educação, tecnologia e expansão: os investimentos do iFood em 2025 https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/#respond Fri, 15 Aug 2025 14:11:50 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2408 Aquisição da CRMBonus, investimento em educação e 1.100 contratações marcam a nova fase de expansão do iFood no Brasil.

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O iFood anunciou, em um curto intervalo de tempo, três movimentos estratégicos que reforçam sua presença no mercado brasileiro e ampliam o impacto econômico e social da empresa. A companhia adquiriu 20% de participação na martech CRMBonus, destinou cerca de R$5 milhões para apoiar entregadores e parceiros na conclusão do Ensino Médio e revelou um plano de 1.100 novas contratações junto a um pacote de R$17 bilhões em investimentos diretos no país até março de 2026.

Aquisição da CRMBonus

O iFood adquiriu uma participação minoritária de 20% na CRMBonus, martech brasileira especializada em soluções de aquisição, fidelização e monetização de clientes para o varejo. O capital investido será usado para acelerar o desenvolvimento de tecnologia e inteligência artificial, além de recomprar parte das ações de investidores atuais. A operação é um desdobramento de uma parceria já existente entre as empresas, que envolve a emissão de Vale Bonus para assinantes do Clube iFood e a oferta de novas ferramentas para restaurantes parceiros, integrando as soluções da CRMBonus ao portfólio do iFood. As duas companhias também trabalharão juntas em frentes como o CRM do iFood Pago, o acesso a canais adicionais de vendas e a criação de um ambiente digital integrado, ampliando a conveniência para consumidores e parceiros.

Investimento em educação para entregadores e parceiros

Com o programa Meu Diploma do Ensino Médio, o iFood destinará cerca de R$5 milhões em 2025 para apoiar entregadores, familiares e proprietários de estabelecimentos parceiros na conclusão dos estudos. A iniciativa oferece curso preparatório gratuito para o Encceja, jornada de aprendizagem gamificada, prêmios por engajamento e incentivo financeiro de R$40 para participantes que comparecerem à prova. Em sua quarta edição, o programa já formou mais de 11 mil pessoas e é considerado a maior ação da iniciativa privada voltada à educação básica de jovens e adultos no país. Dados da própria empresa mostram que 45% dos entregadores formados relatam aumento de renda e 28% já ingressaram em cursos técnicos ou superiores após a conclusão do Ensino Médio.

Contratações e investimentos no Brasil

Entre abril de 2025 e março de 2026, o iFood planeja investir R$17 bilhões em sua operação no país, com foco na expansão de estabelecimentos parceiros, tecnologia e inovação. Desse total, R$6 bilhões serão destinados a ações para aumentar o tráfego na plataforma, a recorrência de compras e a ampliação dos segmentos atendidos. A estratégia inclui ainda a disponibilização de crédito para restaurantes parceiros e a expectativa de investir até R$500 milhões adicionais em startups brasileiras. No mesmo período, a companhia ampliará sua equipe com 1.100 novas contratações — mais da metade voltadas para tecnologia — elevando para mais de 8.600 o número de colaboradores diretos. De acordo com estudo da Fipe, as atividades do iFood representaram 0,64% do PIB brasileiro em 2024, movimentando R$140 bilhões na economia.

Expansão e impacto estratégico

Os três anúncios reforçam a estratégia do iFood de combinar crescimento de mercado, inovação tecnológica e impacto social. Ao investir em uma martech voltada ao varejo, ampliar o acesso à educação básica para entregadores e fortalecer sua estrutura com contratações e aportes bilionários, a empresa consolida seu posicionamento como um ecossistema que conecta tecnologia, parceiros e consumidores. Os resultados recentes indicam que essa abordagem contribui tanto para o aumento das vendas de negócios que utilizam a plataforma quanto para o engajamento de colaboradores e parceiros, além de gerar efeitos diretos na economia brasileira.

Os recentes anúncios mostram que o iFood mantém uma agenda consistente de iniciativas que vão além da operação de delivery, combinando expansão de mercado, desenvolvimento tecnológico e programas de impacto social. A aquisição da participação na CRMBonus fortalece o portfólio de soluções para parceiros; o investimento em educação amplia oportunidades para entregadores e seus familiares; e o plano de contratações e aportes bilionários evidencia o compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro. Em conjunto, as ações indicam uma estratégia integrada para sustentar o crescimento da empresa e ampliar sua relevância no ecossistema econômico e social do país.

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Lovable: startup de IA criada a partir do GitHub vira unicórnio em menos de um ano https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/loveable-vira-unicornio-em-8-meses/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/loveable-vira-unicornio-em-8-meses/#respond Tue, 22 Jul 2025 13:25:18 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=1414 Com equipe de 45 pessoas e ARR de US$75 milhões, Lovable vira unicórnio menos de um ano após seu lançamento.

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Nem todo crescimento rápido é sinônimo de excesso. Uma startup de apenas oito meses, com 45 pessoas e uma base sólida de receita, acaba de levantar US$200 milhões e atingir valuation de US$1,8 bilhão. O caso da sueca Lovable reacende uma discussão relevante para founders e investidores: ainda é possível escalar rápido (e com consistência) apostando em foco, tecnologia aplicada e equipes enxutas.

Fundada no fim de 2023, a startup foi oficialmente lançada em dezembro de 2024 como uma plataforma de criação de sites e aplicativos com auxílio de inteligência artificial. O diferencial está na proposta de transformar qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, em desenvolvedora. A ferramenta utiliza processamento de linguagem natural para gerar código real, pronto para produção, com ajustes e iteração feitos pela IA em tempo real.

Em julho de 2025, a empresa anunciou uma rodada Série A de US$200 milhões, liderada pela Accel, com participação de fundos como 20VC, byFounders, Creandum, Hummingbird e Visionaries Club. O captable também inclui investidores-anjo como Sebastian Siemiatkowski (Klarna), Job van der Voort (Remote), Stewart Butterfield (Slack) e Dharmesh Shah (HubSpot). Com o novo aporte, a startup alcançou um valuation de US$1,8 bilhão.

A plataforma conta com 2,3 milhões de usuários ativos, sendo mais de 180 mil assinantes pagantes, responsáveis por uma receita recorrente anual (ARR) de US$75 milhões em apenas sete meses. A empresa já havia captado uma pré-série A de US$15 milhões em fevereiro, quando reportou ARR de US$17 milhões e 30 mil clientes pagantes — número alcançado com apenas US$2 milhões investidos até então.

O que é a Lovable?

A Lovable nasceu a partir de um projeto de código aberto no GitHub chamado GPT Engineer, criado por Anton Osika. A popularidade da ferramenta levou à formalização da empresa, cofundada por Osika e Fabian Hedin. O produto mantém sua essência técnica, mas aposta no conceito de “vibe coding”, uma abordagem mais intuitiva e acessível de desenvolvimento, voltada especialmente para fundadores de startups, criadores de conteúdo e profissionais de áreas não técnicas.

O crescimento da Lovable chama atenção não apenas pela velocidade, mas pelos sinais que emite sobre o que ainda é possível construir em ciclos mais enxutos. Mesmo com um cenário mais cauteloso de investimentos e um número menor de grandes rodadas em comparação com anos anteriores, empresas com foco claro, produto validado e base sólida de receita continuam atraindo capital relevante.

Segundo o Sifted, a Lovable é o 9º unicórnio europeu de 2025. O movimento acontece em paralelo ao aumento dos investimentos em IA na região: apenas no primeiro semestre deste ano, startups europeias nativas de inteligência artificial receberam € 3,04 bilhões — um crescimento de 61% em relação ao mesmo período de 2024.

A trajetória da Lovable expõe uma mudança no perfil de produto que ganha tração

A startup trouxe algo mais técnico, com aplicação prática imediata, e construído para públicos historicamente deixados de fora do desenvolvimento de software. A abordagem de “vibe coding” — intuitiva e acessível, mas com geração de código real — amplia o potencial da ferramenta para uso profissional e aplicações robustas, além de alimentar um novo ecossistema ao redor da própria plataforma.

Em paralelo, muitas soluções ainda se concentram em digitalizar processos existentes, e produtos com proposta verdadeiramente inovadora e capacidade de criação original se tornam especialmente atrativos, tanto para investidores quanto para o próprio mercado.

O próprio CEO e cofundador, Anton Osika, publicou no X que já se tornou investidor-anjo de uma startup criada com a Lovable, cujo nome ainda não foi divulgado. Em outra publicação, comemorou que um aplicativo desenvolvido com a ferramenta por uma grande edtech brasileira arrecadou US$3 milhões em 48 horas.

A Lovable chega ao status de unicórnio com menos de um ano de operação formal, mantendo uma equipe enxuta e um modelo de negócio que combina produto técnico, proposta acessível e entrega rápida de valor. Enquanto os investimentos seguem mais seletivos, empresas que conseguem provar tração real, resolver dores concretas e escalar com estrutura leve continuam a atrair atenção. Por ora, a recém unicórnio é uma dessas exceções que revelam onde ainda pode haver espaço para velocidade — sem abrir mão da consistência.

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Levantamento aponta 36 startups bilionárias no primeiro semestre de 2025 https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/novos-unicornios-em-2025/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/novos-unicornios-em-2025/#respond Tue, 22 Jul 2025 13:03:39 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=1410 36 startups atingiram o status de unicórnio no primeiro semestre de 2025, com destaque para soluções em IA, saúde e produtividade técnica.

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A entrada de novos unicórnios em 2025, somada aos dados recentes de investimento em startups, sinaliza uma recuperação moderada após a queda acentuada que se seguiu ao pico de 2021, quando startups dessa mesma faixa levantaram US$ 102 bilhões. Em 2022, o volume despencou para US$ 41 bilhões e, desde então, vinha se mantendo em níveis semelhantes. Em 2025, no entanto, o total já ultrapassa US$79 bilhões apenas no primeiro semestre.

Até agora, ao menos 36 startups internacionais atingiram valuation igual ou superior a US$1 bilhão. Segundo levantamento publicado pelo TechCrunch, a maioria dessas empresas atua em áreas como inteligência artificial aplicada, saúde, segurança de dados e produtividade técnica.

Entre os destaques estão:

  • Thinking Machines Lab (US$10 bilhões): uma empresa de pesquisa e produtos de inteligência artificial liderada por Mira Murati.
  • Function Health (US$2,5 bilhões): plataforma baseada em assinatura que dá aos consumidores acesso a mais de 100 tipos de testes de laboratório.
  • Celestial AI (US$2,5 bilhões): desenvolve tecnologia que usa luz para acelerar a transferência de dados dentro de servidores e reduzir os requisitos de energia de computação de IA.
  • Mercor (US$2 bilhões): plataforma alimentada por IA que fornece, examina e paga os próximos membros da sua equipe.
  • Peregrine (US$2,5 bilhões): plataforma de segurança pública e gerenciamento de dados policiais em tempo real que oferece interoperabilidade.
  • OLIPOP PBC (US$2 bilhões): empresa de bebidas dedicada a produzir uma alternativa mais saudável aos refrigerantes tradicionais.
  • OpenEvidence, Hippocratic AI e Insilico Medicine: todas voltadas à aplicação de IA na área médica.
  • Clay, Statsig, Linear e SpreeAI: plataformas técnicas voltadas à produtividade, vendas, testes de produto e e-commerce com IA.

A lista também inclui nomes como Owner.com (marketing para restaurantes), Underdog Fantasy (fantasy sports) e Gecko Robotics (robótica de inspeção). Todas elas ultrapassaram a marca de US$1 bilhão em valuation nos últimos meses.

Na América Latina, embora ainda não tenhamos um unicórnio no ano de 2025, a Distrito, um hub de inovação que conecta startups e empresas, publicou uma edição atualizada da Corrida dos Unicórnios, um report próprio onde, seguindo uma metodologia, identifica as potenciais candidatas ao título de unicórnio ainda em 2025. Para este ano, foram 78 startups listadas.

As 12 mais promissoras, segundo a metodologia aplicada, têm os nomes brasileiros: Blip, Petlove, Stark Bank, Omie, Celcoin, Tractian, Flash, CRM&Bonus e Mottu; além dos players argentinos e mexicanos: RecargaPay, Pomelo e Kueski.

Nos últimos 6 reports, desde 2019, a metodologia utilizada no levantamento teve uma margem de 44% de acerto de unicórnios entre as startups brasileiras.

Outro destaque do ano foi a startup Loveable, plataforma sueca de IA que permite criar sites e aplicativos a partir do processamento de linguagem natural (PLN), que se tornou unicórnio em apenas oito meses após sua fundação, com uma rodada de US$200 milhões em julho de 2025.

A criação de novos unicórnios em 2025 acontece em um momento de recuperação parcial do mercado de venture capital. Depois de um pico em 2021, quando startups dessa mesma faixa levantaram US$102 bilhões, o volume caiu para US$41 bilhões em 2022. Em 2025, no entanto, os aportes já ultrapassam US$79 bilhões, um crescimento que indica retomada, ainda que não na mesma proporção do pico.

Segundo o TechCrunch, 73% desse montante foi destinado a apenas duas empresas: OpenAI, com um aporte de US$40 bilhões liderado pela SoftBank, e Scale AI, que recebeu US$14,3 bilhões da Meta. O restante se distribuiu entre rodadas menores, mas ainda expressivas, que impulsionaram os demais nomes da lista.

A leitura que se desenha é que o mercado segue mais seletivo, com foco em soluções de alta densidade técnica e aplicação prática imediata — especialmente em IA. Startups que atuam com processamento de linguagem natural, modelos para saúde, hardware dedicado à IA ou plataformas de produtividade com base em machine learning concentram boa parte dos novos valuations acima de US$1 bilhão.

A nova leva de unicórnios em 2025 indica três padrões: o domínio da inteligência artificial nas teses de investimento, a valorização de soluções com profundidade técnica real e a preferência do mercado por startups mais maduras, com entregas concretas e modelos já validados.

E os unicórnios cunhados até aqui indicam que esse perfil tende a se repetir até o fim do ano.

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