networking Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/networking/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Fri, 12 Sep 2025 18:32:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp networking Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/networking/ 32 32 Você só aparece quando precisa? Aposto que seu networking não funciona https://the.beatstrap.com.br/carreira-e-lideranca/erro-de-networking/ https://the.beatstrap.com.br/carreira-e-lideranca/erro-de-networking/#respond Fri, 12 Sep 2025 18:32:07 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2723 Networking reativo ou estratégico? A forma como você se relaciona define se as portas certas estarão abertas ou fechadas.

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Você conhece aquele founder que some do radar por meses, mas aparece do nada quando precisa de investimento, parceria ou indicação? Pois é. Esse é o jeito mais eficiente de se queimar no ecossistema de startups.

Reputação é ativo estratégico e ser visto como alguém que só aparece quando precisa pode fechar portas que levaram anos para abrir.

Por que ainda erramos no networking

Ainda existem muitos founders encarando networking no ecossistema como uma atividade pontual. “Vou no evento, troco uns cartões, adiciono no LinkedIn e pronto.” Quando surge uma necessidade — captação, contratação, parceria — eles voltam àqueles contatos como se fosse uma lista telefônica.

Só que quando você só aparece para pedir, a mensagem é clara: “Você só me interessa quando eu preciso de algo.” As pessoas percebem isso e a tendência natural é se afastar.

O melhor que você pode fazer é ter algo para oferecer em troca para as pessoas com quem você deseja manter uma relação.

Outra ideia errada é que qualquer contato é networking, quando, na verdade, também é preciso ser estratégico e fazer contato com as pessoas certas — tanto que contribuam para os seus objetivos, quanto que você seja interessante para elas.

Networking não é quantidade de conexões acumuladas. É a qualidade das relações construídas. E no ecossistema de startups, quem já está há mais tempo percebe rápido quem se relaciona por interesse imediato e quem constrói de forma genuína. Essa percepção circula rápido — e pode definir sua reputação.

Networking é construção de longo prazo

Relacionamentos sólidos levam tempo para se formar, principalmente quando tem negócios (e dinheiro) envolvido.

Os founders que conseguem construir redes realmente valiosas entendem uma coisa: as relações que realmente abrem portas são resultado de consistência. E conexões genuínas exigem investimento constante.

Pequenos gestos no dia a dia — comentar um post, compartilhar um insight, dar uma introdução entre duas pessoas — valem muito mais do que um oi aleatório no meio de um evento.

Investidores, potenciais clientes e talentos de alto nível confiam em quem já acompanha a jornada há meses, às vezes anos. Essa familiaridade cria segurança e aumenta a disposição em apoiar, recomendar ou apostar em você.

O preço de aparecer só quando precisa

Quando você só faz networking na hora da necessidade, algumas consequências são inevitáveis. A primeira é mexer em um dos ativos mais difíceis de recuperar: a reputação. Seu nome passa a ser associado a “pedido”. As pessoas evitam o contato, suas mensagens no LinkedIn ficam sem resposta e até convites para café são ignorados.

O segundo efeito é a perda de acesso às melhores oportunidades. Negócios, parcerias e convites estratégicos raramente são anunciados publicamente. Eles acontecem na conversa informal, no “conhece alguém que…”. Se você não está presente no dia a dia, não aparece nessas rodas.

E, por fim, surge a falta de confiança. Relações criadas apenas para resolver demandas imediatas não geram vínculo verdadeiro. Sem confiança, dificilmente alguém vai abrir portas realmente estratégicas para você ou para a sua startup.

Padrões de quem constrói redes que abrem portas

Os founders que conseguem construir redes sólidas seguem alguns padrões. Não são regras, mas algumas observações do que já vimos funcionar na prática.

Eles tratam networking como operação

Assim como você tem metas de MRR e CAC, eles têm metas de relacionamento. Quantas pessoas vão conhecer esse mês? Quantas conversas vão ter? É métrico, não emocional.

Constroem por consistência, não intensidade

Não é sobre participar de um grande evento por ano, mas sim manter contato frequente — comentar, compartilhar, mandar uma mensagem curta. Pequenos gestos constantes vencem grandes esforços esporádicos.

Oferecem valor primeiro

Fazem uma introdução, compartilham um benchmark, recomendam uma ferramenta. Criam reciprocidade antes de pedir. Isso abre espaço para relações duradouras.

Expandem de forma estratégica

Não é sobre ter mil conexões no LinkedIn, mas sobre se conectar às pessoas certas, aquelas que podem contribuir para os seus objetivos e para quem você também pode ser relevante.

Pensam no longo prazo

Aquele estagiário que você conheceu hoje pode ser um head amanhã. Aquele founder iniciante pode levantar uma rodada milionária no futuro. Eles tratam todo mundo com o mesmo respeito e atenção.

No fim, o diferencial está na rotina. Não é raro ver founders que reservam 15 minutos por dia para interagir no LinkedIn, um café por semana para manter relações aquecidas e presença em eventos escolhidos a dedo. Não porque precisam de algo agora, mas porque entendem que relacionamentos são ativos de longo prazo.

A diferença entre networking reativo e estratégico é simples: um você faz na pressa, o outro porque sabe que reputação e confiança não se improvisam.

E quando chegar o momento em que você realmente precisar de apoio (e esse momento sempre chega) as pessoas estarão dispostas a te ajudar, porque você já mostrou ser alguém em quem vale a pena investir.

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Socialis ajuda grandes marcas a transformar seus times em creators, aumentando o social selling https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/social-selling-socialis/ https://the.beatstrap.com.br/startups-negocios/social-selling-socialis/#respond Tue, 02 Sep 2025 12:10:00 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2652 A Socialis aposta em social selling e gamificação para transformar vendedores em criadores de conteúdo e gerar negócios reais.

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Vendas, sejam B2B ou B2C, estão cada vez mais ligadas à capacidade de criar conexões genuínas e manter uma presença digital estratégica.

A lógica é simples: quem constrói relacionamento e conexão antes de tentar vender aumenta a chance de fechar negócio depois. Hoje, os vendedores que utilizam as redes sociais, têm 40% mais chance de atingir as suas metas do que aqueles que não se posicionam.

Além disso, a rede social se tornou um grande mecanismo de busca entre os consumidores brasileiros, tanto no B2B quanto no B2C, e ativar o seu time interno no processo de social selling pode ser uma grande oportunidade. 

É nesse ponto que startups como a Socialis têm observado de perto como transformar essa ativação de times nas redes sociais em resultado, mantendo a humanização, autenticidade e alinhamento com as marcas. A empresa atua com uma gamificação que ajuda vendedores e times a criarem conteúdo de forma estratégica e disciplinada, sem abrir mão do toque pessoal que faz a diferença no processo de venda.

Como social selling e networking funcionam na prática

Social selling é o uso estratégico das redes sociais para construir relacionamento com potenciais clientes antes da abordagem comercial direta. É um trabalho de médio a longo prazo, que envolve criar e compartilhar conteúdo, interagir com a rede e se posicionar como autoridade no tema.

Tudo isso com o objetivo de estar no radar certo quando a necessidade de compra surgir.

Já o networking vai além de “fazer contatos”. É sobre manter conexões vivas, trocar informações relevantes, se fazer presente nas conversas certas e, principalmente, construir confiança mútua. Essas relações podem ser a diferença entre receber ou não a primeira ligação quando surge uma oportunidade.

Na visão de Rafaela, cofundadora e CEO da Socialis, social selling e networking funcionam de maneira complementar: de um lado, fortalecem a visibilidade e a credibilidade; do outro, criam um terreno para que novas oportunidades de negócio apareçam de forma mais natural.

Por que conteúdo relevante é o combustível dessas estratégias

Tanto no social selling quanto no networking, criar conteúdo relevante é o que mantém a engrenagem girando. É ele que desperta interesse, demonstra expertise e cria motivos para que as pessoas se lembrem de você ou da sua marca.

Publicar por publicar dificilmente gera resultado; é preciso consistência e, principalmente, clareza sobre quem se quer alcançar e que problemas se pretende resolver.

Na prática, isso significa que cada post, vídeo ou artigo deve contribuir para construir a percepção de valor e confiança no longo prazo. É um trabalho que exige atenção à linguagem, ao contexto e ao que faz sentido para o público, e não apenas o que é conveniente para quem produz.

Networking estratégico: quando conexões viram negócios

Networking, no fim das contas, é sobre abrir portas — e o crescimento da Socialis ajuda a ilustrar isso.

A startup começou sua jornada no varejo e, a partir da conexão com a vertical deste segmento da ACATE, ampliou sua rede de relacionamentos. Foi nesse contexto que surgiu a indicação para participar do programa de aceleração do Grupo Boticário, no qual estão desde maio.

Mais do que visibilidade, esse tipo de oportunidade gera trocas reais: contato com executivos de grandes corporações, aprendizado com outros empreendedores e, principalmente, acesso a negociações concretas.

A experiência mostra como o networking bem estruturado não é apenas “conhecer mais gente”, mas sim estar nos lugares certos, nas conversas certas, com clareza do que se pode oferecer.

Esse movimento reforça como social selling e networking caminham juntos. A presença digital fortalece a credibilidade, enquanto as conexões estratégicas criam o ambiente para que negócios sejam de fato realizados.

Setores que já sentem o impacto do social selling

Embora o conceito de social selling seja aplicável a praticamente qualquer setor, alguns segmentos vivem essa transformação de maneira mais intensa. É o caso dos públicos com os quais a Socialis tem atuado: vendedores, afiliados, corretores e times de lojas. 

Os desafios variam: conquistar credibilidade em um ambiente digital saturado, negociar produtos de alto valor que exigem confiança absoluta ou, ainda, lidar com a falta de tempo para produzir conteúdo — deixando de aproveitar a chance de fortalecer a relação com clientes fora do ponto físico.

Ter uma rotina estruturada de criação de conteúdo ajuda a construir autoridade e ampliar o alcance sem depender apenas de anúncios pagos.

Para corretores, por exemplo, acompanhar tendências do mercado e se posicionar como alguém em quem o cliente pode confiar antes mesmo da primeira reunião pode ser o diferencial.

Já para vendedores de loja, metodologias claras e metas gamificadas tornam a criação de conteúdo parte da disciplina de vendas e não apenas uma atividade paralela.

Esses exemplos mostram que, em diferentes cenários, social selling e networking podem (e devem) ser adaptados às necessidades específicas de cada setor. E reforçam como a disciplina e a autenticidade são fatores decisivos para transformar a presença digital em crescimento real.

Disciplina e gamificação: o que sustenta resultados consistentes

Um dos maiores desafios para quem quer adotar o social selling é manter a regularidade. Criar conteúdo de forma estratégica exige disciplina, e é aí que a gamificação pode fazer a diferença. 

Ao transformar a rotina de publicações e interações em um sistema de metas e recompensas, é possível estimular vendedores a manterem constância e engajamento — sem que a tarefa se torne apenas mais uma obrigação na lista.

Esse modelo se aplica a diferentes perfis: de vendedores independentes e afiliados a corretores de imóveis e times inteiros de lojas. Com objetivos claros, feedback contínuo e um senso de progresso, cada ação nas redes deixa de ser aleatória e passa a fazer parte de um processo estruturado de vendas.

Na Socialis, essa lógica é incorporada à plataforma, que organiza tarefas diárias e métricas de desempenho, ajudando profissionais de vendas a manterem consistência e foco. Combinada à orientação personalizada sobre criação de conteúdo, a gamificação se torna um catalisador para que social selling e networking gerem resultados concretos.

Além disso, a plataforma aposta em uma abordagem contrária ao que se vê em boa parte do mercado: em vez de criar o conteúdo por meio de inteligência artificial, a tecnologia atua como guia de planejamento, sendo ainda o vendedor o principal responsável por criar o conteúdo de fato.

Social selling e networking não são atalhos para vender mais rápido, mas sim estratégias para vender melhor. Elas dependem de presença digital consistente, conexões genuínas e conteúdo que faça sentido para o público que se quer alcançar.

E quando aplicadas de forma integrada, criam um ciclo no qual visibilidade, credibilidade e oportunidades se reforçam mutuamente.

O exemplo da Socialis mostra que é possível estruturar esse processo com disciplina, orientação estratégica e tecnologia aplicada de forma inteligente. Mais do que criar posts, trata-se de construir relacionamentos que, ao longo do tempo, se convertem em negócios.

Cada nova conversa, comentário ou publicação deixa de ser isolada e passa a ser parte de uma estratégia de crescimento. E a provocação que fica é: Como você está usando a sua presença digital e a do seu time para alavancar o social selling? 

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Um olhar realista sobre networking no ecossistema de startups https://the.beatstrap.com.br/carreira-e-lideranca/networking-no-ecossistema-de-startups/ https://the.beatstrap.com.br/carreira-e-lideranca/networking-no-ecossistema-de-startups/#respond Wed, 06 Aug 2025 18:29:52 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2009 Networking eficaz no ecossistema exige tempo, intenção e presença — não só participação em eventos ou trocas de LinkedIn.

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Você já deve ter ido a um evento do ecossistema e saído com dez cartões, três conexões no LinkedIn e nenhuma conversa que realmente evoluiu. Também já deve ter aceitado convites de café, se apresentado em grupos, entrado em comunidades e mesmo assim se perguntado: “será que estou fazendo networking do jeito certo?”

No papel, networking é sobre se conectar. Mas, na prática, ele só funciona quando vira relação. E a relação leva tempo, escuta, presença e troca.

O problema é que, no ritmo frenético das startups, é fácil transformar o networking em tarefa, e não em estratégia. Em obrigação de marcar presença, não em oportunidade de construir algo de verdade.

Se você lidera (ou sonha em liderar) uma empresa no ecossistema, entender isso muda o jogo. Porque as portas se abrem, sim, com boas conexões, mas não com qualquer tipo de conexão.

O que é networking de verdade (e o que ele não é)

Networking de verdade não é ter uma lista de contatos. Também não é sair colecionando conexões em eventos, respondendo “vamos marcar algo” sem intenção, ou mandando cold messages genéricas no LinkedIn com um pitch colado.

No contexto das startups, networking é a construção de vínculos que geram confiança e valor mútuo. E isso não se faz de forma automática, nem acontece de um dia para o outro.

É sobre saber em quem confiar quando surgir um problema técnico difícil de resolver. É sobre ter com quem dividir um dilema de produto. É sobre ser lembrado quando surgir uma nova oportunidade de negócio, rodada de investimento, ou cargo estratégico.

Você não constrói esse tipo de relação só aparecendo. Constrói sendo útil. Ouvindo mais do que fala. Oferecendo ajuda antes de pedir favor. Mantendo o vínculo mesmo quando não tem nada pra ganhar com ele.

Em um ecossistema que gira rápido, as conexões que abrem portas são as que resistem ao tempo. E não há fórmula pronta,  mas sim escolhas mais consistentes.

Como construir uma estratégia de networking no ecossistema

Networking de verdade não é sobre “aparecer mais” — é sobre se conectar melhor. E, como toda boa conexão, isso leva tempo, escuta e intenção. Para quem está em uma startup, lidar com o tempo curto e a agenda cheia pode tornar tudo isso ainda mais difícil.

Por isso, ter clareza sobre o que você quer construir (e com quem) faz diferença.

Comece com intenção, não com objetivo numérico

“Conhecer 10 pessoas por evento” pode parecer produtividade, mas dificilmente constrói algo sólido.

Ao invés disso, pense: que tipo de pessoa faz sentido para o momento da sua carreira ou do negócio? Em quais contextos você quer estar mais presente? O foco deve ser qualidade da troca — não quantidade de interações.

Frequente os mesmos espaços com consistência

A construção de rede acontece por repetição e familiaridade. Estar nos mesmos eventos, fóruns, comunidades ou canais facilita o reconhecimento e cria espaço para conversas menos superficiais.

Mesmo em ambientes digitais (como grupos de Slack, WhatsApp, LinkedIn), é a constância que abre espaço para conexões reais.

Ofereça antes de pedir

Uma boa estratégia de networking começa com generosidade. Compartilhar uma vaga, fazer uma ponte entre duas pessoas, enviar um material útil ou elogiar um trabalho bem feito… Tudo isso posiciona você como alguém que agrega.

E isso abre portas com muito mais naturalidade do que uma abordagem direta pedindo algo em troca.

Mantenha uma rede ativa, mesmo quando não precisa

Um dos erros mais comuns é buscar conexões só quando surge uma necessidade.

A força do networking está em manter as relações mesmo fora dos momentos de urgência. Uma mensagem rápida de acompanhamento, um comentário num post, um café de tempos em tempos… Pequenos gestos mantêm o canal aberto e a relação viva.

Seja claro sobre quem você é e o que está construindo

As pessoas não lembram de cargos ou nomes de startups. Elas lembram de histórias, de dores reais e de ambições autênticas.

Se você souber contar o que está fazendo com clareza (e por que está fazendo), é mais fácil que se conectem a você. E, principalmente, lembrem de você quando surgir a oportunidade certa.

O impacto do networking no crescimento da sua startup (ou carreira)

Para startups, boas conexões abrem caminhos que nenhuma rodada de investimento compra: conselhos estratégicos, atalhos operacionais, sinal de mercado, validação indireta.

Já para quem constrói carreira dentro do ecossistema, a rede certa pode significar o próximo convite para um time sênior, uma indicação para advisory, ou até o estímulo que faltava pra empreender.

Em fases iniciais, o networking pode ajudar a validar a ideia, encontrar os primeiros clientes ou destravar uma porta que parecia fechada. No estágio de tração, ele sustenta o ritmo com parcerias, talentos indicados, e aprendizados que evitam retrabalho.

E, mais adiante, quando a operação precisa de mais sofisticação, são as conexões que trazem benchmarks reais, gente que já viveu o que você está prestes a viver, e alertas que não estão nos livros.

Na carreira, o impacto é ainda mais direto: quem conhece seu trabalho pode abrir portas que você nem sabia que existiam. E não precisa ser alguém influente, basta ser alguém que confia em você o suficiente para lembrar do seu nome na hora certa.

Networking de verdade é esse sistema invisível que sustenta sua jornada. E quanto mais você cultiva — com presença, consistência e generosidade — mais forte ele fica.

As oportunidades certas, os aprendizados mais relevantes e até os respiros no meio do caos geralmente chegam por alguém que conhece você e acredita no que você está construindo.

Se tem uma regra para fazer networking de verdade, talvez seja essa: trate cada conexão como uma relação, não como uma chance. O resto vem com o tempo.

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