tecnologia Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/tecnologia/ Conteúdos e notícias no ritmo do crescimento das startups. Thu, 27 Nov 2025 22:31:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://the.beatstrap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-THE.BEATSTRAP-AZUL-32x32.webp tecnologia Archives - The beatstrap https://the.beatstrap.com.br/tags/tecnologia/ 32 32 Crescimento acima da média nacional coloca Santa Catarina no top 5 da tecnologia brasileira https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/santa-catarina-5-maior-polo-tech-brasil/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/santa-catarina-5-maior-polo-tech-brasil/#respond Mon, 24 Nov 2025 22:19:43 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3314 SC se consolida como o 5º maior polo tech do Brasil, cresce acima da média nacional e mostra o que sustenta um ecossistema maduro.

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Santa Catarina reforçou em 2025 o que já vinha aparecendo nos movimentos do mercado: o estado não é mais apenas um polo regional, mas um dos maiores centros da tecnologia no Brasil. Segundo dados do Observatório ACATE, o setor catarinense atingiu R$42,5 bilhões em faturamento, marcando um crescimento de 11% (ritmo acima da média nacional) e passou a representar 7,75% do PIB estadual, empregando mais de 100 mil profissionais. Com isso, SC se consolida como o 5º maior polo de tecnologia do país, mantendo um padrão de expansão que não é circunstancial, é estrutural.

Ao longo dos últimos anos, Santa Catarina vem sendo movida por um crescimento consistente e por um modelo de ecossistema difícil de replicar. O estado combina uma base técnica construída por décadas de software houses com a nova geração de startups SaaS que vem puxando eficiência, tração previsível e produtos cada vez mais orientados a B2B.

Esse avanço também é impulsionado por uma geografia rara no país. Florianópolis, Joinville, Blumenau e Chapecó não operam como polos isolados, mas como uma rede que compartilha talentos, especialidades e referências. A capital se tornou vitrine de inovação; Joinville cresceu em tecnologia aplicada à indústria; Blumenau segue forte em software e serviços; Chapecó ganhou espaço com soluções para agro e manufatura. Em vez de competir, as cidades se complementam e é essa densidade de relações que acelera ciclos e reduz assimetrias entre empresas, operadores e investidores.

O ambiente educacional é outro vetor importante. UFSC, UDESC, IFSC e SENAI abastecem continuamente o mercado com profissionais qualificados em engenharia, ciência de dados e tecnologia. E a ACATE, que hoje opera como um dos hubs mais organizados do Brasil, faz a ponte entre universidades, governo e empresas, criando uma governança que reduz ruído e aumenta a previsibilidade do ecossistema. Não é só sobre ter startups: é sobre ter um sistema capaz de sustentar escala.

No fim, o fenômeno catarinense é menos sobre “crescimento acelerado” e mais sobre maturidade. O estado mostra como um ecossistema ganha tração quando educação, política pública, comunidade e mercado conversam entre si. Não é o tamanho da região que determina o potencial, mas sim a capacidade de alinhar atores e reduzir atrito nas relações. SC fez isso antes de virar manchete e agora colhe os resultados.

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A nova estratégia da Netflix combina inteligência artificial e conteúdo multimídia https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/netflix-ia-generativa-e-parceria-com-spotify/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/netflix-ia-generativa-e-parceria-com-spotify/#respond Fri, 24 Oct 2025 20:02:17 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=3056 Do uso de IA generativa à parceria com o Spotify, conheça os novos movimentos da Netflix no mercado de streaming.

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A Netflix está redesenhando os bastidores (e o futuro) do entretenimento digital. Em duas frentes diferentes, mas complementares, a empresa sinaliza um novo momento: o uso de inteligência artificial generativa em suas produções e uma parceria inédita com o Spotify para exibir podcasts em vídeo dentro da plataforma.

Uso de IA generativa marca nova fase nas produções da Netflix

Na série argentina “El Eternauta”, a Netflix aplicou IA generativa para criar uma cena de colapso de edifício, um processo concluído até dez vezes mais rápido do que com efeitos visuais tradicionais. Esses efeitos, conhecidos na indústria como VFX (Visual Effects), envolvem o uso de computação gráfica para criar elementos ou cenários impossíveis de capturar durante as filmagens.

A empresa também publicou diretrizes oficiais para orientar produtores sobre o uso responsável da tecnologia, reforçando que a IA deve “auxiliar criadores, não substituir” roteiristas, atores ou diretores.

Nos bastidores, a Netflix vem ampliando o uso de IA para além do VFX e está testando modelos capazes de sugerir novas ideias de conteúdo e recomendações personalizadas com base no comportamento dos usuários. A meta é tornar o ciclo de produção mais ágil, desde a pré-produção e pós-edição ao marketing e à descoberta de títulos dentro da plataforma.

A aposta é reduzir custos, acelerar processos e aumentar a eficiência criativa, mantendo o toque humano no centro das narrativas. Mas a estratégia também reacende discussões sobre direitos autorais, vínculos trabalhistas e autenticidade artística, especialmente em um momento em que parte da indústria ainda vê o uso de IA no universo cinematográfico com desconfiança.

Acordo com o Spotify amplia portfólio de formatos do streaming

No mesmo mês, a Netflix anunciou um acordo com o Spotify para integrar podcasts em vídeo ao catálogo da plataforma a partir de 2026. O projeto começa com produções dos estúdios The Ringer e Spotify Studios, e deve se expandir globalmente nos próximos anos.

A parceria amplia o portfólio de formatos da Netflix e reforça a estratégia de diversificação de consumo, aproximando o streaming de uma experiência multimídia que combina vídeo, áudio e interatividade. Para o Spotify, o acordo representa a chance de alcançar novas audiências e consolidar o vídeo como extensão natural do áudio sob demanda.

Analistas descrevem a aliança como um movimento “win-win”, onde a Netflix aumenta o tempo de permanência do usuário e reduz a dependência de produções de alto custo, enquanto o Spotify ganha distribuição e visibilidade em escala global.

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Apagão na AWS mostra que até a nuvem tem limites https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/pane-global-aws-outubro-2025/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/pane-global-aws-outubro-2025/#respond Tue, 21 Oct 2025 15:31:16 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2972 Nem a nuvem está imune: pane da AWS parou serviços no mundo todo e lembra startups e empresas da importância da infraestrutura como estratégia.

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Uma falha generalizada na Amazon Web Services (AWS), principal provedora de serviços em nuvem do mundo, tirou do ar centenas de plataformas na segunda-feira, 20 de outubro, em um dos maiores apagões digitais dos últimos anos. O problema começou nas primeiras horas do dia e atingiu a região US-EAST-1, uma das mais críticas da infraestrutura global da Amazon e responsável por hospedar grande parte dos serviços que sustentam a internet.

Entre os afetados estavam iFood, Mercado Livre, PicPay, OLX, Trello, Netflix, Slack e Adobe, além de sistemas internos de empresas como Delta Airlines e United Airlines, que enfrentaram falhas em reservas e atrasos em voos. No Brasil, restaurantes parceiros do iFood ficaram sem acesso a pedidos, e centros logísticos do Mercado Livre precisaram interromper os atendimentos.

Segundo a Amazon, o incidente foi causado por um problema de conectividade em um gateway regional, que gerou um efeito cascata sobre diversos serviços hospedados na nuvem. A empresa mais tarde confirmou que a origem estava em uma instabilidade no serviço de DNS Route 53, responsável por conectar e direcionar comunicações entre servidores. A AWS afirmou ter atuado em “múltiplos caminhos paralelos” para restaurar os serviços, garantiu que nenhum dado foi perdido e informou que a normalização completa ocorreu na terça-feira. O erro começou por volta das 2h40 (horário de Brasília) e teve reflexos até o início da manhã, com recuperação gradual ao longo do dia.

O tamanho do impacto

Estima-se que cerca de 500 empresas em todo o mundo tenham sido afetadas, o que evidencia o quanto a infraestrutura de nuvem se tornou o novo “sistema circulatório” da economia digital. Durante horas, ferramentas corporativas, aplicativos de consumo, plataformas de e-commerce e até sistemas financeiros operaram de forma intermitente. Apesar da normalização relativamente rápida, o episódio deixou um lembrete claro: quanto mais centralizada é a infraestrutura, maior o risco de efeito dominó. O incidente também reacendeu o debate sobre a dependência da região US-EAST-1 — a mais antiga e sobrecarregada da AWS, que historicamente registra o maior volume de instabilidades devido à concentração de tráfego e à presença de grandes clientes corporativos.

Uma falha técnica que gera um alerta sobre infraestrutura estratégica

De acordo com especialistas, o problema não teve relação com ataques cibernéticos ou vazamentos de dados, mas com uma falha de DNS, sistema que atua como um “roteador” da internet, conectando endereços e servidores. Quando o DNS falha, aplicações hospedadas perdem a capacidade de se comunicar entre si, interrompendo cadeias inteiras de operação. O caso reforça que, em um cenário cada vez mais digital, infraestrutura é parte da estratégia de negócios.

Startups que escalam rápido tendem a priorizar aquisição, produto e marketing, mas muitas vezes negligenciam a base (redundância, backup e arquitetura distribuída) que garante continuidade quando algo dá errado.

Nem mesmo as gigantes estão imunes a falhas. A AWS, que sustenta parte relevante da internet global, provou que nenhum sistema é grande demais para cair. A queda de um provedor pode significar horas de inatividade, perda de receita e, principalmente, de confiança. Para startups, significa que planejar redundância, testar contingências e diversificar provedores deixou de ser tarefa do time de TI, e virou uma decisão de estratégia e governança.

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Revolut e a estratégia de expansão para se tornar a primeira fintech verdadeiramente global https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/revolut-combina-escala-e-lucro-em-estrategia-global/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/revolut-combina-escala-e-lucro-em-estrategia-global/#respond Wed, 08 Oct 2025 21:15:48 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2910 A fintech britânica mantém rentabilidade pelo quarto ano seguido e investe US$13 bilhões para expandir presença em mais de 70 países.

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A Revolut, fintech britânica fundada em 2015, vive uma das fases mais consistentes de sua trajetória. A empresa já ultrapassou 65 milhões de clientes em 2025, mais de quatro vezes o volume de cinco anos atrás, e mantém crescimento acelerado de receita. O avanço é resultado de uma estratégia pouco convencional no setor: escalar rapidamente em novos mercados sem abrir mão da rentabilidade.

Em 2024, a companhia registrou £1,4 bilhão de lucro antes de impostos, o quarto ano consecutivo de rentabilidade. A receita do grupo subiu cerca de 72%, passando de £1,8 bilhão em 2023 para £3,1 bilhões em 2024, impulsionada pela expansão internacional e pela diversificação do portfólio. Parte desse desempenho, segundo o vice-presidente de Profitability e Global Business, David Tirado, se deve à escalabilidade do modelo de operação. “Nosso produto é completamente baseado em tecnologia e serviços em nuvem, o que torna a adaptação às regulamentações locais muito mais simples”, afirmou o executivo.

Para sustentar o crescimento, a Revolut anunciou um plano de investimento de US$13 bilhões nos próximos cinco anos. Os recursos serão destinados à expansão no Reino Unido, Europa Ocidental e Estados Unidos, além da entrada em mais de 30 novos mercados até o final da década. A meta é atingir 100 milhões de usuários até 2027.

A América Latina também aparece entre as prioridades da expansão. O executivo e VP destacou o potencial da região e o alto índice de adoção de novas tecnologias, comparado a outros mercados. Ele também citou o Nubank como uma referência importante de penetração digital principalmente no México.

Atualmente avaliada em US$75 bilhões, a Revolut é considerada a fintech privada mais valiosa do mundo e um caso raro de combinação entre escala e rentabilidade no setor. Mas o ritmo acelerado de expansão também exige atenção. Em países como a Índia, a Revolut precisou adaptar sua tecnologia a leis de soberania de dados locais, um exemplo da complexidade regulatória que acompanha a estratégia global. Por isso, apesar da velocidade de entrada em novos países, o time de liderança garante que cada lançamento passa por análises detalhadas de product market fit, ambiente regulatório e adaptação do produto às especificidades locais.

Mais do que crescer em número de clientes, a Revolut busca se firmar como a primeira fintech verdadeiramente global, sustentando o avanço com base em eficiência operacional e solidez financeira, algo que poucas startups do setor conseguiram alcançar.

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Educação, tecnologia e expansão: os investimentos do iFood em 2025 https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/ https://the.beatstrap.com.br/noticias-atualidades/investimentos-recentes-ifood/#respond Fri, 15 Aug 2025 14:11:50 +0000 https://the.beatstrap.com.br/?p=2408 Aquisição da CRMBonus, investimento em educação e 1.100 contratações marcam a nova fase de expansão do iFood no Brasil.

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O iFood anunciou, em um curto intervalo de tempo, três movimentos estratégicos que reforçam sua presença no mercado brasileiro e ampliam o impacto econômico e social da empresa. A companhia adquiriu 20% de participação na martech CRMBonus, destinou cerca de R$5 milhões para apoiar entregadores e parceiros na conclusão do Ensino Médio e revelou um plano de 1.100 novas contratações junto a um pacote de R$17 bilhões em investimentos diretos no país até março de 2026.

Aquisição da CRMBonus

O iFood adquiriu uma participação minoritária de 20% na CRMBonus, martech brasileira especializada em soluções de aquisição, fidelização e monetização de clientes para o varejo. O capital investido será usado para acelerar o desenvolvimento de tecnologia e inteligência artificial, além de recomprar parte das ações de investidores atuais. A operação é um desdobramento de uma parceria já existente entre as empresas, que envolve a emissão de Vale Bonus para assinantes do Clube iFood e a oferta de novas ferramentas para restaurantes parceiros, integrando as soluções da CRMBonus ao portfólio do iFood. As duas companhias também trabalharão juntas em frentes como o CRM do iFood Pago, o acesso a canais adicionais de vendas e a criação de um ambiente digital integrado, ampliando a conveniência para consumidores e parceiros.

Investimento em educação para entregadores e parceiros

Com o programa Meu Diploma do Ensino Médio, o iFood destinará cerca de R$5 milhões em 2025 para apoiar entregadores, familiares e proprietários de estabelecimentos parceiros na conclusão dos estudos. A iniciativa oferece curso preparatório gratuito para o Encceja, jornada de aprendizagem gamificada, prêmios por engajamento e incentivo financeiro de R$40 para participantes que comparecerem à prova. Em sua quarta edição, o programa já formou mais de 11 mil pessoas e é considerado a maior ação da iniciativa privada voltada à educação básica de jovens e adultos no país. Dados da própria empresa mostram que 45% dos entregadores formados relatam aumento de renda e 28% já ingressaram em cursos técnicos ou superiores após a conclusão do Ensino Médio.

Contratações e investimentos no Brasil

Entre abril de 2025 e março de 2026, o iFood planeja investir R$17 bilhões em sua operação no país, com foco na expansão de estabelecimentos parceiros, tecnologia e inovação. Desse total, R$6 bilhões serão destinados a ações para aumentar o tráfego na plataforma, a recorrência de compras e a ampliação dos segmentos atendidos. A estratégia inclui ainda a disponibilização de crédito para restaurantes parceiros e a expectativa de investir até R$500 milhões adicionais em startups brasileiras. No mesmo período, a companhia ampliará sua equipe com 1.100 novas contratações — mais da metade voltadas para tecnologia — elevando para mais de 8.600 o número de colaboradores diretos. De acordo com estudo da Fipe, as atividades do iFood representaram 0,64% do PIB brasileiro em 2024, movimentando R$140 bilhões na economia.

Expansão e impacto estratégico

Os três anúncios reforçam a estratégia do iFood de combinar crescimento de mercado, inovação tecnológica e impacto social. Ao investir em uma martech voltada ao varejo, ampliar o acesso à educação básica para entregadores e fortalecer sua estrutura com contratações e aportes bilionários, a empresa consolida seu posicionamento como um ecossistema que conecta tecnologia, parceiros e consumidores. Os resultados recentes indicam que essa abordagem contribui tanto para o aumento das vendas de negócios que utilizam a plataforma quanto para o engajamento de colaboradores e parceiros, além de gerar efeitos diretos na economia brasileira.

Os recentes anúncios mostram que o iFood mantém uma agenda consistente de iniciativas que vão além da operação de delivery, combinando expansão de mercado, desenvolvimento tecnológico e programas de impacto social. A aquisição da participação na CRMBonus fortalece o portfólio de soluções para parceiros; o investimento em educação amplia oportunidades para entregadores e seus familiares; e o plano de contratações e aportes bilionários evidencia o compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro. Em conjunto, as ações indicam uma estratégia integrada para sustentar o crescimento da empresa e ampliar sua relevância no ecossistema econômico e social do país.

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